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    <title>Destakes - (polegadas)</title>
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      <title>Música táctil</title>
      <description>Pensado para um público jovem, com um preço que se espera simpático e optimizado para o download, partilha e compra de música digital, o Nokia 5800 XpressMusic é também o primeiro terminal da marca com ecrã táctil e, segundo os responsáveis, um equipamento que a Nokia quer massificar. Para adeptos incondicionais de música, o 5800 oferece 8GB de espaço para mais de 6.000 faixas, entrada standard para jack de 3,5 mm, altifalantes estéreo com surround integrado e acesso rápido à Nokia Music Store. Depois é o ecrã 16:9 de 3,2 polegadas. O gigante finlandês rendeu-se finalmente à magia do toque, com uma interface funcional e prática, que pode ser utilizada com o dedo, com um estilete ou, para verdadeiros fãs, com uma palheta! Só deverá chegar no primeiro trimestre de 2009, mas vale a pena esperar</description>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 10:52:50 +0000</pubDate>
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      <title>Mercedes GLK 320 CDI Edition 1: Sexo e a cidade</title>
      <description>A imagem "quadrada" pode parecer um pouco pesada, aliás, nas primeiras imagens que vimos, há já uns meses, não parecia ser detentor da graciosidade do irmão Classe M. Verdade seja dita, vê-lo presencialmente nesta versão de lançamento, Edition 1, resulta bem mais convincente do que esperávamos.Afinal, as linhas rectas, não transmitem um sinal de conservadorismo, mas sim uma assinatura de diferenciação, com laivos de desportividade. Nesta versão em particular, Edition 1, com vários remates cromados, dupla ponteira de escape e jantes de 20 polegadas, consegue transmitir uma imagem muito desportiva, tal como convém num SUV estatutário com o GLK. Pode afirmar-se que é a resposta da Mercedes ao sucesso do X3 da BMW, assim como o Q5 é a resposta da Audi. Finalmente as três marcas de luxo entram num segmento promissor, se bem que, as novas regulamentações fiscais com base nas emissões de CO2, tenham refreado um pouco os ânimos. Afinal de contas, este GLK custa mais de 80.000 euros, se bem que não seja exactamente a versão de entrada... Bem antes pelo contrário! A sigla 320 CDI reporta-nos para um dos mais performantes motores de gama média da marca alemã, um possante V6 com 224 cv e 540 Nm. Este encontra-se acoplado a uma caixa automática de 7 velocidades, com comandos sequenciais no volante, mas é de tal forma expedita, que o modo automático "D" impõe-se na utilização diária.Este casamento é perfeito. Pleno de força, a sua capacidade de resposta é tal que nem mesmo as duas toneladas de peso, o conseguem tolher. A caixa automática suaviza a condução, tornando o fluxo de potência do motor mais progressivo, mas se tal for preciso, o poder de aceleração é bastante convincente.Aliás, o GLK corrobora a ideia que a Mercedes vem apostando cada vez mais na condução como argumento de conquista. Condução não só pela nobreza dos motores ou transmissões automáticas, mas especialmente pela forma como a suspensão trabalha em curva. O segredo do sucesso reside num amortecimento firme, capaz de evitar um excessivo adornamento da carroçaria, mas suave q.b. para reter as irregularidades do piso, até aquelas mais pronunciadas ao nível dos amortecedores, filtrando a sua passagem para bordo. Revelou-se até surpreendentemente ágil em curva. A direcção muito "certinha" permite-nos quase brincar com a corpulenta carroçaria, e desde que não se exagere na velocidade de entrada em curva, conduz-se com graciosidade.Parece-nos, inclusivamente, um dos mais dinâmicos modelos nesta classe. Boa velocidade máxima, acelerações rápidas e consumos razoáveis (médias de ensaio abaixo dos 10 litros), são pontos que atestam a sua vocação estradista. Contudo, talvez seja a cidade o seu habitat mais natural, e até que nem se sai mal: Posição de condução alta e boa visibilidade, carroçaria robusta para passar incólume ao mau piso e dimensões compactas para facilitar o estacionamento.E no fim-de-semana, traça-se a rota para o campo. A tracção integral permanente permitiria ir bem mais longe do que os ângulos da carroçaria toleram. Com jantes de 20 polegadas e pneus de baixo perfil, qualquer pedra mais afiada no piso poderá significar um furo. Assim, limita o seu raio de acção a estradões de terra batida, mesmo que sejam duros, se bem que, mecanicamente aguentaria bastante mais.</description>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 15:04:24 +0000</pubDate>
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      <title>Abarth iniciou vendas em Portugal</title>
      <description>Desde a passada semana que a Abarth regressou à actividade em Portugal. A marca desportiva italiana, recentemente ressuscitada pela Fiat com uma gama própria, está disponível no nosso país com dois modelos: o 500 Abarth e o Grande Punto Abarth. Apesar de utilizar variantes "vitaminadas" de modelos da Fiat, o construtor italiano pretende que a Abarth tenha um posicionamento diferente no mercado, apostando exclusivamente na imagem desportiva. Além destes dois automóveis, a Abarth comercializa "kits" de preparação para automóveis e "merchandising" relativo à marca. Inicialmente a Abarth terá dois concessionários a nível nacional, um em Alfragide e outro em Faro, mas mais dois serão  abertos em 2009.O 500 Abarth, disponível por um preço de 23 500 euros, está equipado com um motor 1.4 turbo de 135 cv, atingindo os 100 km/h em 7,9 segundos. Com o "kit" de preparação "esse esse", a potência sobe para 160 cv, graças à revisão da unidade de software, sendo que o "kit" inclui ainda discos de travão perfurados, pastilhas de alta performance e molas rebaixadas.O Grande Punto Abarth está à venda por 22 mil euros (mais barato que o 500), com o mesmo 1.4 turbo, mas com 155 cv e aceleração de 8,2 segundos, com caixa de seis velocidades. Além de elementos do "kit" do 500 (custo adicional de 2500 euros em ambos os modelos), a variante "esse esse" inclui ainda jantes de 18 polegadas, um turbo Garrett (IHI no modelo base), um novo escape e jantes de liga leve. O mapeamento de software eleva a potência para 180 cv.O regresso da AbarthO Rali Vinho da Madeira de 2008 coincidiu com os 500 anos da Ilha da Madeira. Esta data pareceu á Fiat Group Automobiles Portugal uma oportunidade a não perder de celebrar número tão importante com a participação no Rali madeirense de dois 500 Abarth. Uma destas viaturas foi conduzida pela lenda viva dos ralis, o finlandês Markku Alen. O Rali Vinho da Madeira ficou naturalmente enriquecido com a presença de tão famoso piloto, tão intimamente ligado às memórias de tantos portugueses que durante tantos anos vibraram com o estilo inconfundível do piloto, as suas vitórias e as suas façanhas ao volante dos emblemáticos Abarth.Para a Fiat Group Automobiles Portugal foi também um momento importante para perceber, em primeira-mão e em contacto directo com o público, que reacção suscitaria o regresso da marca Abarth a Portugal. O resultado foi, por um lado, de agradável surpresa e, por outro, de incremento de confiança. Jovens e mais idosos comprovaram que o nome Abarth está, ainda hoje, muito presente na mente dos portugueses. Pela sua história, pelas suas vitórias, pelos seus recordes. Todos os elementos recolhidos indicaram que este é o momento de fazer regressar a marca do escorpião a Portugal. Pelo seu passado e pelo quea Fiat Group Automobiles Portugal indicou como sendo o futuro da marca. E esse futuro começou no dia 14 de Novembro de 2008, com a Abarth a regressar oficialmente ao nosso mercado.Grande Punto Abarth 1.4 turbo de 155 cvO lançamento do Grande Punto Abarth é uma homenagem aos tantos "pequenos"Fiat do passado que o toque mágico da Abarth tornou brilhantes, dinâmicos, desportivos: verdadeiros "escorpiões" capazes de espicaçar a paixão de milhares de automobilistas, instilando-lhes o gosto pelo desafio, pela velocidade e pelo estilo italiano. Hoje, o Grande Punto Abarth pretende reviver os feitos desses automóveis de grandes  prestações, oferecendo a possibilidade, sobretudo aos jovens, de entrarem no mundo da competição com toda a segurança e a um preço acessível. O Grande Punto Abarth monta o motor 1.4 a gasolina turbo de 155 cv. Aliado a uma caixa mecânica de 6 velocidades, permite à viatura atingir uma velocidade máxima de 208 km/h e acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 8,2 segundos. Grande Punto Abarth com kit "esseesse"A gama do Grande Punto Abarth fica completa com o kit "esseesse" (Super Sport). O kit "esseesse" destina-se a aumentar as prestações do Grande Punto Abarth e só pode ser instalado nos centros de preparação oficiais da Abarth. A preparação pode ser feita no momento da compra da viatura ou numa fase sucessiva, caso este em que o limite máximo é um ano de vida ou uma quilometragem de 20000 km. No termo da intervenção, é o próprio preparador que trata da homologação do carro.Com o kit "esseesse", o Grande Punto Abarth desenvolve quase o dobro da potência oferecida pelo modelo de origem,  confirmando que a história se repete: o Fiat 500 de 1958 oferecia 13 cavalos, enquanto a mesma viatura modificada pela Abarth chegava a 26. Equipado com o motor 1.4 de 16v potenciado a 180 cv (a 5750 rotações por minuto) e com um binário máximo de 272 Nm, o Grande Punto Abarth "esseesse" atinge 215 km/h de velocidade máxima e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 7,7 segundos. O kit oferece ainda alguns elementos estéticos exclusivos, como autocolantes com a inscrição "esseesse" e outros com a bandeira de xadrez. O kit completa-se com as jantes de liga de 18" e com algumas modificações mecânicas específicas, nomeadamente a especial configuração das suspensões, rebaixadas 20 mm em relação ao Grande Punto Abarth, e um sistema de travagem mais potente, com discos anteriores perfurados e pastilhas especiais. A Abarth na competiçãoUma longa tradição de recordes e de vitórias desportivas! Fundada em 1949 pelo austríaco Carlo Abarth, a empresa estreou-se no mundo da competição com o 204 A Roadster (derivado do Fiat 1100), tendo de imediato vencido o Campeonato Italiano 1100 Sport e o de Fórmula 2. Mas a ascensão da Marca no imaginário dos apaixonados dos motores foi constante, incessante, e com o passar do tempo tornou-se quase imperiosa, chegando ao auge em fins dos anos 50 e ao longo de todos os anos 60.Carlo Abarth construiu o mito do "escorpião" com uma dedicação absoluta e uma actividade quase frenética que deixa vislumbrar características de génio. As etapas deste crescimento contínuo, desta história de sucesso quase ímpar sucedem-se a um ritmo ainda hoje admirável. Uma longa marcha ao som de recordes, triunfos e ideias memoráveis que mudaram o modo de viver os automóveis de desporto. Em 1956, ao volante de um Fiat Abarth 750 com carroçaria Bertone, dá início a uma longa série de recordes de resistência e velocidade: em 18 de Junho, na pista de Monza, bate o recorde das 24 horas percorrendo 3.743 km a uma velocidade média de 155 km/h. Entre 27 e 29 de Junho, sempre no mesmo circuito, bate numerosos recordes: os 5.000 e os 10.000 km, as 5.000 milhas e ainda as 48 e as 72 horas. O sucesso foi internacional, levando mesmo a prestigiada publicação alemã "Das Auto Moto Und Sport" a dedicar a capa da edição nº. 15 de 21 de Julho de 1956 ao Abarth 750. A mesma viatura foi carroçada por Zagato em duas versões diferentes: o Fiat Abarth 750 Zagato (1956) e o Fiat Abarth 750 GT Zagato (1956). Em 11 e 12 de Maio de 1957, na 24ª. edição das Mille Miglia estavam presentes 20 carros com a marca do "escorpião" na classe 750, 16 dos quais terminaram a prova.Em 1958, Carlo Abarth realiza uma verdadeira obra-prima com o novo Fiat 500, transformando por completo o pequeno utilitário e fazendo sobressair ao máximo as suas potencialidades. No mesmo ano, foi-se tornando cada vez mais estreita a parceria com a Fiat que se comprometeu a atribuir prémios monetários à Abarth com base no número de vitórias e recordes que a Marca conseguisse alcançar, facto este que esteve na base do impressionante palmarés que se seguiu: 10 recordes do mundo, 133 recordes internacionais, mais de 10.000 vitórias em pista.Em 1965, Carlo Abarth pretendeu bater pessoalmente um recorde. Em 20 de Outubro, na pista de Monza com o Fiat Abarth "1000 Monoposto Record" classe G, potência 105 cv, conquistou o recorde de aceleração no quarto de milha e nos 500 metros e, no dia seguinte, com um monolugar classe E de 2000 cm3, alcançou as mesmas vitórias para classes superiores. Também desta vez uma história diz muito sobre a tenacidade deste homem que, com a idade de 57 anos, teve de perder 30 kg para poder entrar no apertado habitáculo e levar à vitória as suas criações.Em 1971, a Abarth tornou-se propriedade da Fiat Auto e a última viatura em cuja realização o fundador da marca participou activamente foi o A112 Abarth. Nos anos 80, a história continuou com automóveis célebres como o Ritmo Abarth e o Fiat 131 Abarth, três vezes campeão do mundo de ralis: em 1977 e 1978 com Markku Alen (pai de Anton Alen, actual piloto da equipa Abarth) e em 1980 com Walter Röhrl. Hoje a Abarth herda a actividade do Departamento de Competição Fiat e arranca parao mundo dos ralis sob o signo do sucesso. Com efeito, há dois anos, o Grande Punto S2000 venceu todos os campeonatos em que participou: o International Rally Challenge, o Europeu e o Italiano.Grande Punto Abarth S2000Automóvel destinado à competição, o Grande Punto Abarth S2000 está a disputar, através do Departamento de Competição Fiat, o Campeonato Italiano de Ralis 2008, com o piloto Giandomenico Basso e o seu navegador Mitia Dotta, e o Campeonato IRC (Intercontinental Rally Challenge) com os pilotos Anton Alen, Andrea Navarra e Umberto Scandola . Equipado com um motor aspirado de 2000 cm3 de 270 cv e tracção de 4 rodas motrizes, o novo Grande Punto Abarth S2000 é o sucessor da versão vencedora em 2006 do Campeonato Europeu e do Intercontinental Rally Challenge com Giandomenico Basso e Mitia Dotta, além de vencedor do Campeonato Italiano de Ralis 2006 com 7 vitórias. 500 AbarthNascido da experiência racing - tecnologia, prestações e segurança Apresentado no 78°. Salão de Genebra e comercializado desde já em Portugal, o novo 500 Abarth foi desenvolvido pelos técnicos da Abarth segundo o espírito dos lendários 500 Abarth dos anos Sessenta, e agora inicia a sua comercialização em Portugal. Nascido com a intenção de reforçar ainda mais o posicionamento desportivo da Marca, o novo modelo confirma-se, exteriormente, como um automóvel "pequeno", ágil e compacto. O novo 500 Abarth é, assim, um "concentrado" de tecnologia, prestações e segurança que encontra as suas raízes na experiência e na paixão pelo mundo racing. O regresso às pistas: 500 Abarth Assetto CorseA Abarth regressa ao mundo da competição com o novo "500 Abarth Assetto Corse", o pequeno super desportivo que é produzido em Edição Limitada (49 unidades). Desenhado pelo Centro de Estilo Fiat Group Automobiles e preparado pela equipa de engenheiros e designers da Abarth, o novo modelo é uma antestreia em edição limitada do 500 que irá invadir as provas em pista a partir do próximo ano.Apresentado mundialmente na recente evocação histórica da prova "Mille Miglia 2008" - onde foram recebidos mais de 200 pedidos de reserva de todo o mundo apenas nalgumas semanas - a versão Assetto Corse do pequeno 500 Abarth recebe o testemunho do seu antecessor, o "595" que, a partir de 1963, coleccionou numerosos sucessos e grandes vitórias e deu origem à famosa frase "pequeno, mas ladino".Esta versão apresenta-se em pleno estilo "racing": eixos alargados, jantes ultraleves específicas de 17" brancas, plataforma rebaixada, retrovisores desportivos de competição e preparação para numeração nos lados. Disponível em cinzento pastel com faixas laterais Abarth vermelhas, o "500 Abarth Assetto Corse" apresenta uma frente agressiva com o logo Abarth e, sob o mesmo, o párachoques alargado com spoiler aerodinâmico e grelhas serigrafadas que substituem as grelhas de  plástico da versão de série. No capô, para além dos clássicos ganchos de imobilização, encontram-se 22 duas entradas de ar em carbono com o símbolo do Escorpião. A traseira da viatura caracteriza-se pelo spoiler branco, o logo Abarth e os dois tubos de escape. </description>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2008 16:05:39 +0000</pubDate>
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      <title> Tentações - Net-mobilidade com a Toshiba</title>
      <description>Primeiro a dúvida do passado recente, agora a certeza do presente através do contacto directo com a série NB100: a Toshiba entrou mesmo no mercado dos Netbook. O NB100-116 é um portátil com ecrã de  8.9 polegadas com LED Backlight e resolução de 1.024x600 e peso ligeiramente superior a 1 quilograma, equipado com o processador Intel Atom N270 a 1.60Ghz  - FSB de 533Mhz e cache L2 de 512MB). O sistema operativo é o Window XP Home Edition . A memória RAM disponível é de 1GB e a capacidade de armazenamento do disco rígido de 160GB. Para desempenhar as funções para que foi destinado, este Toshiba possui conectividade Wi-Fi, com suporte 802.11b/g, e LAN, disponibilizando 3 portas USB 2.0 Sleep-and-Charge, com as quais pode carregar aparelhos sem ter de ligar o portátil. A marca garante um autonomia de bateria de até 3h28m. Ver: www.toshiba.pt; comprar: lojas de informática; preço: 449 euros (aconselhado pela marca).</description>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2008 10:10:20 +0000</pubDate>
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      <title> Tentações - Asus P565 na ponta dos dedos</title>
      <description>A Asus apresentou esta semana o seu novo smartphone, o P565, um dispositivo que se destaca pelo processador de 800Mhz (Marvell TavorP) - é o primeiro a nível mundial com esta capacidade. O P565 vem equipado com sistema operativo Windows Mobile 6.1 Professional e com a interface Glide da Asus, a qual possibilita a navegação de menus com os dedos no ecrã táctil VGA de 2.8 polegadas (480x640 pixéis). Como funções mais básicas destacam-se ainda o suporte tri-band GSM (900/1800/1900Mhz), UMTS (2100Mhz) com HSDPA de alta capacidade de transferência, Wi-Fi, Bluetooth 2.0, GPS e câmara de 3 megapixéis com autofocos. A memória RAM disponível é de 128MB, suportando cartões MicroSD. A marca não forneceu informação sobre o preço</description>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2008 10:10:19 +0000</pubDate>
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      <title>Portáteis do século passado em exposição</title>
      <description>Colecciona velharia? Então talvez se interesse pelo roadshow O Portátil Mais Velho de Portugal, em exposição nas lojas Vobis do país a partir de 25 de Novembro. Mas não se incomode  já foram escolhidos os portáteis mais resistentes do país. Esta exposição resulta de uma parceria entre a Vobis e a Packard Bell, que promoveu um concurso para encontrar portáteis da pré-história tecnológica que ainda se encontrassem de saúde razoável. Ao todo no concurso registaram-se mais de 140 participações das quais foram seleccionadas dez. Estes equipamentos do tempo das disquetes de oito polegadas vão estar, então, em exposição na Vobis do Almada Fórum (de 25 a 30 de Novembro), na do Centro Comercial Vasco da Gama (de 2 a 7 de Dezembro), na do Centro Comercial Colombo (de 9 a 14 de Dezembro) e na Vobis do NorteShopping (de 6 a 11 de Janeiro.)</description>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2008 18:24:29 +0000</pubDate>
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      <title>FIAT 500 1.2 Lounge Dualogic: Italiano irrequieto</title>
      <description>No mercado nacional poucos modelos há que façam disparar a tirada 'É tão giro!' de forma tão assídua. O FIAT 500 é um deles. Com uma linha apaixonante, aliando elementos retro com um toque de  modernidade, este 500 exibe orgulhosamente a sua herança.E se por fora a linha do carro é esclarecedora quanto às suas origens, por dentro essa constatação é reforçada. Com efeito, o tablier evoca o antigo 500 em diversos aspectos e até mesmo os bancos relembram os antigos, surpreendendo, no entanto, pelo seu conforto. Mecanicamente, o grande trunfo desta versão reside na caixa manual robotizada de 5 velocidades, apelidada de Dualogic, que permite uma condução bastante interessante, em especial em cidade, onde o irrequieto  500 encontra poucos rivais em termos de mobilidade e facilidade de condução.Bem escalonada, a caixa  permite ao condutor a adopção de toadas diversas, com a caixa de velocidades a interpretar muito bem as  necessidades do condutor em cada ocasião, seja para um passeio, seja para uma condução mais veloz,  pecando apenas pelas passagens de caixa algo longas. Com o pedal a fundo, este pequeno italiano é rápido a recuperar, ainda que não se esperem grandes surpresas do bloco 1.2 de 69 cv.Com um excelente nível de equipamento, a versão Lounge inclui sete airbags, incluíndo laterais, ligação de pen's USB (sistema Blue&amp;amp;Me), comandos do rádio no volante, jantes de liga leve de 15 polegadas, ESP como opção e diversas possibilidades de configuração para tornar este pequeno italiano ainda mais exclusivo.Pedro Junceiro</description>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2008 11:16:01 +0000</pubDate>
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      <title>VW Scirocco 1.4 TSI: De vento em popa</title>
      <description>A agressividade da imagem não destoa com a condução. Este VW tem temperamento latino, não porque seja intempestivo, aliás até se revela bastante neutro quando provocado, mas sim porque privilegia a diversão.Tudo começa com uma excelente posição de condução, fruto dos bancos muito anatómicos. A integração com os comandos convida a assumir uma postura mais interventiva, algo que a suspensão desportiva vem corroborar.Montando jantes de 18 polegadas com pneus desportivos, o Scirocco revela um eixo dianteiro particularmente incisivo, tornando-o bastante preciso. O feeling da direcção é o correcto num carro com ambições a desportivo, tal como a caixa, que apesar de manual com seis velocidades, possui um comando rápido e directo.Mais tarde, poderá receber a transmissão automática DSG, provavelmente já na nova variante com 7 relações, que nos parece ser a aposta correcta para melhor desfrutar deste motor.Com 160 cv, este bloco 1.4 TSI aposta nos médios e altos regimes, sacrificando um pouco a resposta a baixos regimes, o que nos faz antever que uma transmissão automática fará todo o sentido. Contudo, poderá perder-se o actual argumento do preço...Sérgio Penas</description>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2008 11:15:59 +0000</pubDate>
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      <title>Digno de Cleo patra</title>
      <description>Seja quadrada com muito gosto! O novo Samsung Cleo oferece um exterior que vai fazer rodar cabeças: com uma forma quadrada, este concha parece esconder blush, mas afinal esconde tecnologia! O ecrã de duas polegadas, leitor de música, memória interna de 8 GB expansível com cartões microSD, Bluetooth 2.0 com A2DP, para auriculares estéreo, e uma câmara de 1,3 megapíxeis são alguns dos pontos interessantes deste terminal. Além da tecnologia está aparelhado com um teclado QWERTY completo, o que para um telemóvel com 64.8 mm x 74.8 mm x 20.9 mm é um feito.  Para os adeptos das SMS bem organizadas, a capacidade de visualizar mensagens por threads, de acordo com o contacto que seleccionar. Nas versões rosa, champanhe e azul, está para breve o lançamento no Canadá e logo a seguir na Europa, por cerca de $ 49,95, ou  39 com contrato de três anos.</description>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2008 17:49:40 +0000</pubDate>
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      <title>Ford Fiesta 1.6 TDCi: Quem sai aos seus</title>
      <description>Driving quality! Mais do que uma expressão de marketing, tem sido um lema para a concepção, nos últimos anos, de cada novo modelo da Ford. É de facto um bom argumento, especialmente na conquista dos mais jovens. Motores dinâmicos e uma plataforma saudável, transmitem um prazer de conduzir que convence, sendo até capaz de relegar para segundo plano outras características nas quais poderá não estar tão competitivo face aos seus concorrentes mais directos.Para isso, a Ford começa por apostar na posição de condução, usualmente um trunfo da marca. No Fiesta, os bancos pecam por serem demasiado estreitos, ainda assim obtém-se um bom enquadramento com o volante. Sentados a bordo, sobressai a forma futurista do tablier, assim como a visibilidade dianteira, permitida pelo prolongamento do vidro, quase ao estilo monovolume.Contudo, visto de fora, o Fiesta disfarça muito bem este seu carácter mais polivalente, aproveitando o vidro inclinado, digamos aerodinâmico, para sugerir uma imagem bastante agressiva. É de facto um carro bonito, com uma frente proeminente, faróis rasgados e bom equilíbrio de linhas geral. Design promissor de facto, mas será que a condução acompanha?Fasquia elevadaNeste primeiro ensaio, escolhemos precisamente a versão topo de gama, que acaba por ser aquela que melhores prestações sugere. Baseia-se no motor 1.6 TDCi, aqui declinado na versão com 90cv. Tal como na gama Focus, este motor monta uma caixa de cinco velocidades apenas, o que o penaliza numa condução eminentemente estradista, dado que o motor segue sempre em esforço, acabando por consumir mais combustível, e tornando-se mais audível a bordo do que seria desejável.No entanto, adequa-se bastante bem numa condução urbana e suburbana, revelando até um apetite bastante frugal. As médias do construtor apontam para 4,2 litros em ciclo combinado, o que é precisamente o mesmo do que a versão menos potente, 1.4 TDCi de 68 cv. No quotidiano de uma utilização menos "preocupada", deverá rondar a casa dos 5 a 5,5 litros, o que mesmo assim é bastante aceitável. No entanto, a autonomia não é tão brilhante, dado o depósito ser relativamente pequeno, apenas 45 litros. Como o ponteiro desce mais depressa que estamos habituados nestes pequenos Diesel, ficámos um pouco inquietos sobre o seu verdadeiro consumo, no entanto, com o atestar do depósito vs quilómetros percorridos, a verdade acaba por sobressair...Por curiosidade, refira-se que este bloco receberá mais tarde uma versão dita "eco", que encarnará o novo "ECOnetic", responsável por baixar as emissões dos 110 g para apenas 98 g, o que poderá ter um impacto bem positivo sobre o preço a que será comercializado. Manterá os 90cv, mas com as devidas modificações técnicas e electrónicas, descerá o consumo homologado para 3,7 litros.Deixando o futuro para mais tarde, regressamos ao presente para descobrir um motor particularmente agradável. A caixa ajuda, dada a sua elevada precisão e bom manuseamento, permitindo-nos retirar um bom proveito da sua vivacidade. Trata-se de um motor encorpado, com um bom rendimento a baixos e médios regimes. Nos altos, falta-lhe a vivacidade do irmão de 110cv, pelo que não vale verdadeiramente a pena abusar das acelerações para lá das 3.500 rpm. Não diremos que apenas estamos a emitir mais fumo pelo escape, pois este Fiesta monta filtro de partículas, mas os consumos sobem, sem que exista um real proveito na condução...Mas mais do que o motor, é mesmo a plataforma que nos convence. Verdade que esta versão é ajudada pelos pneus 195/16 montados em jante de 16 polegadas, que dão o seu contributo para a precisão do eixo dianteiro. O Fiesta é um carro leve, pelo que não esforça em demasia a aderência pura da roda dianteiro exterior a cada curva. Aliás, o adornamento da carroçaria é relativamente limitado, ajudando a manter a desejada estabilidade. Permite assim uma toada desenvolta, transmitindo sensação de segurança a cada curva, mesmo quando se abusa um pouco da velocidade. Por seu turno, a afinação do sistema eléctrico da direcção também a torna agradável, sendo entre os seus concorrentes deste segmento, um dos que melhor nota marca neste capítulo. Permite-nos sentir a estrada e quão perto estamos do limite de aderência, ou seja, longe daquele toque artificial das direcções eléctricas que militam na generalidade dos modelos deste segmento.O controlo de estabilidade não é de série, como na generalidade dos seus concorrentes do segmento dos utilitários, ainda assim, parece-nos que o seu preço é demasiado elevado. E por falar em opções, o Fiesta revela-nos uma série de hipóteses de personalização adicional, quase todos propostos a preços competitivos. Apesar deste Titanium ser o topo de gama, ainda lhe faltam detalhes, razão pela qual o penalizámos na relação preço equipamento na nossa apreciação. Nada contudo que não mantenha o tradicional preço agressivo a que a Ford nos tem habituado nos últimos tempos. Respeita esta premissa, tanto quanto respeita a denominação de origem, "driving quality".Sérgio Penas</description>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2008 12:01:55 +0000</pubDate>
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      <title>Novo Audi S4: Sempre sport</title>
      <description>Desde 1990 que a letra "S" está associada às versões desportivas da Audi, com a introdução do modelo Coupé S2 (baseado no Audi 80, antecessor do nome A4). Agora, o seu descendente directo S4 ganha uma nova geração, apostando não apenas na melhoria das performances e do prazer de condução, mas também na redução dos consumos, com o reconhecimento que a diversão na estrada pode ser feita de modo responsável para com o meio ambiente.O anterior S4 recorria a um motor V8 atmosférico, de rotação elevada, mas para a nova geração, foi substituído por um propulsor 3.0 TFSI, que, apesar do nome, está sobrealimentado por um compressor mecânico de tipo Roots e não por um turbo. Apesar da potência ter baixado dos 344 para os 333 cv, o novo S4 é meio segundo mais rápido a atingir os 100 km/h que o seu antecessor.Mais importante, no entanto, é a redução do consumo médio anunciado de 13,3 litros para 9,7 litros por cada 100 km (uma redução de 27 por cento), enquanto as emissões poluentes caíram de 321 para 225 gramas de CO2 por quilómetro percorrido. A versão equipada com a caixa S tronic (dupla embraiagem) de sete relações é ainda mais económica.A diferença do diferencialTal como é norma nas versões desportivas da Audi, o S4 está equipado com sistema de tracção integral quattro, que desde 2006 está preparado para dar uma leve impressão de se estar ao volante de um automóvel de tracção traseira, com o diferencial a fazer, em condições normais de aderência, distribuição de potência em 40 por cento para as rodas dianteiras e 60 para as rodas traseiras. Experimentámos o carro no Circuito de Maiorca, onde comprovámos as pretensões da Audi acerca do diferencial, que podem transmitir a potência disponível para o eixo traseiro na totalidade para cada roda, o que ajuda a curvar mais depressa e com maior estabilidade. Para tirar máximo proveito das características do S4 conforme o tipo de condução, vários aspectos podem ser controlados directamente pelo condutor através do Audi Drive Select.Este sistema não só permite escolher entre modo de condução "Dynamic", "Auto" e "Comfort" nos botões colocados na coluna central, como também permite afinar especificamente motor, transmissão, direcção, amortecedores e diferencial, sendo possível programar (aqui já obrigatoriamente a partir do comando central MMI) separadamente cada um, nas três condições descritas anteriormente, para dúzias de combinações diferentes. O comportamento pode ainda beneficiar da adopção de um comando electrónico dos amortecedores, em que uma válvula controlada electromagneticamente permite controlar a força ideal de amortecimento, através de uma avançada unidade de computação, o que permite uma utilização "adaptativa" ao estilo de condução que se pretende imprimir.Preços a ter em conta O Audi S4 chegará ao mercado nacional em Março de 2009, tanto na variante berlina como Avant. Ainda não existem preços oficiais, mas a SIVA prevê que este comece perto dos 70 mil euros, quase 25 mil euros a menos que o preço da geração anterior em 2007, graças, em grande parte, à redução das emissões poluentes e consequente baixa do ISV a pagar. A lista de equipamento inclui bancos desportivos com apoio lombar eléctrico, volante multifunções, jantes de 18 polegadas e faróis de xénon com luzes LED.</description>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2008 12:01:53 +0000</pubDate>
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      <title>Sempre sport</title>
      <description>Desde 1990 que a letra "S" está associada às versões desportivas da Audi, com a introdução do modelo Coupé S2 (baseado no Audi 80, antecessor do nome A4). Agora, o seu descendente directo S4 ganha uma nova geração, apostando não apenas na melhoria das performances e do prazer de condução, mas também na redução dos consumos, com o reconhecimento que a diversão na estrada pode ser feita de modo responsável para com o meio ambiente.O anterior S4 recorria a um motor V8 atmosférico, de rotação elevada, mas para a nova geração, foi substituído por um propulsor 3.0 TFSI, que, apesar do nome, está sobrealimentado por um compressor mecânico de tipo Roots e não por um turbo. Apesar da potência ter baixado dos 344 para os 333 cv, o novo S4 é meio segundo mais rápido a atingir os 100 km/h que o seu antecessor.Mais importante, no entanto, é a redução do consumo médio anunciado de 13,3 litros para 9,7 litros por cada 100 km (uma redução de 27 por cento), enquanto as emissões poluentes caíram de 321 para 225 gramas de CO2 por quilómetro percorrido. A versão equipada com a caixa S tronic (dupla embraiagem) de sete relações é ainda mais económica.A diferença do diferencialTal como é norma nas versões desportivas da Audi, o S4 está equipado com sistema de tracção integral quattro, que desde 2006 está preparado para dar uma leve impressão de se estar ao volante de um automóvel de tracção traseira, com o diferencial a fazer, em condições normais de aderência, distribuição de potência em 40 por cento para as rodas dianteiras e 60 para as rodas traseiras. Experimentámos o carro no Circuito de Maiorca, onde comprovámos as pretensões da Audi acerca do diferencial, que podem transmitir a potência disponível para o eixo traseiro na totalidade para cada roda, o que ajuda a curvar mais depressa e com maior estabilidade. Para tirar máximo proveito das características do S4 conforme o tipo de condução, vários aspectos podem ser controlados directamente pelo condutor através do Audi Drive Select.Este sistema não só permite escolher entre modo de condução "Dynamic", "Auto" e "Comfort" nos botões colocados na coluna central, como também permite afinar especificamente motor, transmissão, direcção, amortecedores e diferencial, sendo possível programar (aqui já obrigatoriamente a partir do comando central MMI) separadamente cada um, nas três condições descritas anteriormente, para dúzias de combinações diferentes. O comportamento pode ainda beneficiar da adopção de um comando electrónico dos amortecedores, em que uma válvula controlada electromagneticamente permite controlar a força ideal de amortecimento, através de uma avançada unidade de computação, o que permite uma utilização "adaptativa" ao estilo de condução que se pretende imprimir.Preços a ter em conta O Audi S4 chegará ao mercado nacional em Março de 2009, tanto na variante berlina como Avant. Ainda não existem preços oficiais, mas a SIVA prevê que este comece perto dos 70 mil euros, quase 25 mil euros a menos que o preço da geração anterior em 2007, graças, em grande parte, à redução das emissões poluentes e consequente baixa do ISV a pagar. A lista de equipamento inclui bancos desportivos com apoio lombar eléctrico, volante multifunções, jantes de 18 polegadas e faróis de xénon com luzes LED.</description>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2008 11:45:50 +0000</pubDate>
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      <title>Hilary Swank solidria com mulheres com cancro</title>
      <description>A vencedora de dois Óscares, Hilary Swank, está a pedir às mulheres que cortem o seu cabelo para ajudar a fazer perucas para mulheres com cancro, noticia o Female First. A actriz doou as suas madeixas depois de cortar o cabelo para interpretar a aviadora Amelia Earheart no novo filme. E agora está a apoiar a campanha «Beautiful Lengths» para encorajar outras mulheres a doarem o seu cabelo para as mulheres que o perdem ao submeterem-se a tratamentos de quimioterapia. «Uma em cada três mulheres é diagnosticado cancro nas suas vidas. Muitos membros da minha família tiveram as suas vidas devastadas pelo cancro. Apenas é preciso ter oito polegadas de cabelo para doar», afirmou a actriz.</description>
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      <pubDate>Thu, 30 Oct 2008 11:00:35 +0000</pubDate>
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      <title>Samsung lança monitor LCD com ecrã adicional de 7 polegadas</title>
      <description>A Samsung lançou no mercado um novo monitor LCD de 22 polegadas com um ecrã adicional de 7 polegadas ligado ao principal</description>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2008 15:58:16 +0000</pubDate>
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      <title>Hilary Swank solidária com mulheres com cancro</title>
      <description>A vencedora de dois Óscares, Hilary Swank, está a pedir às mulheres que cortem o seu cabelo para ajudar a fazer perucas para mulheres com cancro, noticia o Female First. A actriz doou as suas madeixas depois de cortar o cabelo para interpretar a aviadora Amelia Earheart no novo filme. E agora está a apoiar a campanha «Beautiful Lengths» para encorajar outras mulheres a doarem o seu cabelo para as mulheres que o perdem ao submeterem-se a tratamentos de quimioterapia. «Uma em cada três mulheres é diagnosticado cancro nas suas vidas. Muitos membros da minha família tiveram as suas vidas devastadas pelo cancro. Apenas é preciso ter oito polegadas de cabelo para doar», afirmou a actriz.</description>
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      <pubDate>Tue, 28 Oct 2008 16:31:28 +0000</pubDate>
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      <title>Sete lugares... mas os miúdos vão mesmo atrás</title>
      <description>Ano e meio depois a gama é  aumentada com o Qashqai+2, um pouco mais comprido e mais alto e com 7 lugares, ainda que os dois bancos da terceira fila sejam adeuqados apenas a crianças ou a adultos mais baixos. No entanto, este Qashqai+2 tem uma versatilidade muito interessante, porque permite, por exemplo, transportar a família toda em viagens curtas, ou ir levar os miúdos à escola e depois ficar com um automóvel com um espaço de carga muito interessante, já que os dois bancos da 3ª fila são completamente escamoteáveis, e ainda se podem dobrar os bancos da segunda fila, ficando com um volume total de carga superior em 150 litros ao Qashqai de 5 lugares.O que mudaMaior e mais alto do que o original, o Qashqai+2 apresenta ainda outras alterações, quer de carroçaria,  quer de chassis (maior distância de eixos e suspensão com taragem diferente para suportar o aumento de peso  bruto) e interiores melhorados com acréscimo de equipamento, em relação à versão de 5 lugares. Mantêm-se, no entanto, as mesmas motorizações, gasolina 1,6 e 2.0 e as Diesel 1.5dCi (o campeão de vendas, com mais de 96%) e 2.0dCi. No entanto, as versões menos potentes só vão chegar em Janeiro. As alterações no exterior não passam por mudanças radicais, sobretudo na estética, onde a intervenção subtil foi regra, nomeadamente na grelha frontal. Um grande tejadilho panorâmico, 140 cm maior do que o do Qashqai, as barras no tejadilho e os vidros fumados nas portas traseiras são de série. Quanto às mudanças no interior, ressalve-se o facto da 3ªfila de bancos ser escamoteável, podendo ser arrumada no chão, ficando este completamente plano.Com os bancos mais recuados completamente rebatidos, o espaço da bagageira aumenta 90 litros na versão de cinco lugares para 550 litros, graças aos 134 mm extras no comprimento do piso. E com a fila do meio igualmente rebatida, o espaço disponível aumenta para 1.520 litros.Concebido para crianças ou adultos de estatura até 1,60 m de altura, o ângulo do encosto do banco da terceira fila contém sete pontos de regulação para assegurar conforto, enquanto o banco de três lugares do meio desliza agora para a frente e para trás, melhorando a entrada e saída do veículo.Bom nível de equipamentoDependendo do nível, o equipamento de série inclui iluminação automática, limpa-vidros automáticos, bloqueio das portas sensível à velocidade, controlo da velocidade de cruzeiro, vidros eléctricos, sensores de estacionamento, jantes de alumínio de 16 ou 17 polegadas e "chave inteligente".O ar condicionado manual ou automático inclui ventilação de fluxo suave e, para fornecer fluxo de ar suficiente para os passageiros mais recuados, encontra-se equipado com um compressor de maior dimensão. Todos os sistemas áudio incluem integração de telemóvel mãos-livres Bluetooth, permitindo o funcionamento remoto do telefone e a visualização do ID do chamador. O Qashqai+2 contém o mesmo equipamento de segurança que a versão de cinco lugares, possui seis airbags (dianteiros, laterais e cortinas insufláveis), pré-tensores dos cintos de segurança na frente e apoios activos para a cabeça. As opções mais populares incluem interior em pele e o sistema avançado de navegação por satélite incluindo visor totalmente a cores de sete polegadas (que funciona também como visor para a câmara traseira de estacionamento) e reconhecimento de voz.Chassis e transmissãoEstão disponíveis duas versões de chassis, oferecendo a possibilidade de tracção dianteira ou a tracção integral Nissan ALL-MODE (apenas disponível com os motores de 2 litros). As opções da transmissão incluem uma caixa manual de cinco velocidades (1.6 a gasolina), manual de seis velocidades (2.0 a gasolina e ambos os Diesel), caixa automática de seis velocidades (4WD 2.0 dCi) e uma opção de transmissão Nissan CVT(automática de variação contínua) apenas no motor 4WD 2.0 a gasolina que oferece a escolha entre mudanças "sem etapas" com modo manual sequencial com seis relações.</description>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2008 12:11:39 +0100</pubDate>
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      <title>Sony lança nova consola com ecrã LCD e microfone</title>
      <description>Além de melhorar a qualidade da imagem dos jogos - graças ao ecrã de 4,3 polegadas com tecnologia anti-reflexo -, a consola é capaz de enviar imagens...</description>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2008 11:41:23 +0100</pubDate>
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      <title>Apple apresenta LED Cinema Display</title>
      <description>A multinacional acaba de anunciar um ecrã LED de 24 polegadas para os novos notebooks.</description>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2008 09:31:10 +0100</pubDate>
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      <title>Montra TeK - O toque renovado da família MacBook</title>
      <description>Não há nenhum modelo a 600, como tinha sido especulado, mas a Apple reduziu o preço de entrada dos portáteis da nova família MacBook para menos de 1.000 sem prescindir dos toques de qualidade. Para os fãs há ainda um LED Cinema Display de 24 polegadas.</description>
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      <pubDate>Wed, 15 Oct 2008 10:30:00 +0100</pubDate>
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      <title>Dupla de desktops</title>
      <description> A Canyon Technology lançou dois novos modelos de desktops - CNR-P2 e CNR-P3. A dupla é composta por torre, monitor, teclado, rato e webcam. Ambos incluem   monitor LCD de 19" (polegadas), com colunas integradas e placa gráfica nVidia GEFORCE 8400 GS com 256 MB, com conectores DVI e ...</description>
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      <pubDate>Thu, 09 Oct 2008 00:00:00 +0100</pubDate>
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