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    <title>Destakes - (minhas)</title>
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      <title>destakes.com</title>
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      <title>Lamy e Leal dos Santos os melhores portugueses em nova vitória francesa</title>
      <description>A equipa de Rui Sousa ainda comandou a prova com a Isuzu D-Max, o mesmo sucedendo com a formação portuguesa da Paddock Competições e que incluía Adélio Machado, que liderou durante seis horas, e já perto do final, mas um despiste deitou tudo a perder.Quem beneficiou foram Charbonnier/Gibon/Fromont que ascenderam ao primeiro lugar, numa prova praticamente isenta de problemas, gerindo depois muito bem a sua vantagem, merecendo amplamente a vitória: "Quero dedicar este triunfo ao meu grande amigo José Megre, que tem apoiado as minhas participações desde o tempo de Portalegre em moto e a quem o todo-o-terreno mundial tanto deve", revelou, no final, CharbonnierNa segunda posição concluiu a formação de Pedro Lamy/Ricardo Leal dos Santos/Serge Finkelstein/Jean-Marc Schmit, aos comandos de um Schmit-Peugeot, um 206 ex-WRC. O terceiro lugar foi para a equipa da Letónia, Andris Dambis/Maris Saukans/Igors Skoks, no Oscar 24, que teve problemas iniciais com a suspensão traseira.Boas actuações das formações portuguesas José Lopes/António Bernardo/Isaac Portela/Luís Mota, quartos absolutos num Mitsubishi Pajero, e de Jorge Silva/Manuel Inácio/Carlos Rolla/José Cunha, num Nissan Terrano II, com problemas no turbo que condicionaram um outro andamento na parte final. Classificação final: 1.º Charbonnier/Gibon/Fromont (Bowler Wildcat), 24h 12m 58,361s; 2.º Lamy/Santos/Finkelstein/Schmit (Schmit Peugeot), a 7 voltas; 3º Dambis/Saukans/Skoks (Oscar 24), a 8 voltas; 4.º Lopes/Bernardo/Portela/Mota (Mitsubishi Pajero), a 10 voltas; 5.º Silva/Inácio/Rolla/Cunha (Nissan Terrano II), a 12 voltas; 6.º G. Reis/Santos/A. Reis/Prazeres (Nissan Navara), a 13 voltas; 7.º Coimbra/Silva/Fontes/Prata (Nissan Navara), a 13 voltas; 8.º Carapeta/Correia/Cunha (Bowler Wildcat), a 14 voltas; 9.º P. Pinto/C. Pinto/Marcelo/Carvalho (Mazda BT-50), a 15 voltas; 10.º Lourenço/Oliveira/Baltazar/Matos (Mazda BT-50), a  15 voltas.Classificação Final: CLASSIFICAÇÃO ONLINE</description>
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      <pubDate>Sun, 30 Nov 2008 17:30:38 +0000</pubDate>
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      <title>Ocean Racing Technology contrata Yelmer Buurman</title>
      <description>Com apenas 21 anos, o piloto holandês já deu provas de grande rapidez em várias categorias, tendo brilhado mais recentemente nas provas da Superleague Formula, competiçaõ na qual se sagrou vice-campeão, ao volante do monoluagar do PSV Eindhoven. Anteriormente, já havia alinhado pela equipa Arden na GP2 Asia Series e Main Series. A rapidez de Buurman não terá passado despercebida a Tiago Monteiro, que há muito que segue a carreira do holandês. "Acho que é um óptimo piloto para arrancarmos com este projecto. É rápido e já tem uma boa experiência acumulada nos monolugares. Além disso é muito motivado e trabalhador. Encaixa perfeitamente no espírito da Ocean Racing Technology", garante o português. José Guedes também se congratula pela contratação do holandês, destacando a consistência do seu novo piloto: "Teve uma prestação admirável este ano na Superleague Fórmula e soube aproveitar bem um carro novo que precisou de muito trabalho. Também teve uma boa adaptação quando chegou à GP2 e já tinha dado bons indicadores quando passou pela World Series. Tem o perfil que procuramos na Ocean Racing Technology e estou certo de que vai adaptar-se bem a esta nova estrutura," afirmou Guedes. Já o piloto promete dar o máximo para merecer o lugar, aproveitando para agradecer a Tiago Monteiro. "Quero agradecer ao Tiago por esta oportunidade para regressar à GP2 depois da minha temporada bem sucedida com o PSV na Superleague Fórmula. As minhas primeiras corridas na GP2 Asia Series o ano passado correram bastante bem. No Dubai cheguei ao pódio e gostava de repetir a dose este ano com a Ocean Racing Technology", começou por frisar Buurman."Como piloto é emocionante representar esta nova equipa. Vou dar o máximo para impressionar o Tiago e o José Guedes, e quero garantir um lugar na equipa em 2009. A GP2 é um terreno em que quero provar a minha competitividade, em especial depois de ter perdido o lugar na Arden na última temporada. O Tiago expôs-me as suas ideias e os planos para a equipa. Acho que a Ocean Racing Technology rapidamente estará a disputar os primeiros lugares," assegura o jovem holandês.  Yelmer Buurman junta-se à equipa no Dubai já este Domingo para conhecer todos os elementos da Ocean Racing Technology e também para fazer o molde para o banco do monolugar. Dentro de uma semana a equipa de Tiago Monteiro e José Guedes estreia-se na GP2 Asia series.</description>
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      <pubDate>Sat, 29 Nov 2008 22:30:26 +0000</pubDate>
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      <title>Carla Matadinho renovou o seu website</title>
      <description>A manequim Carla Matadinho voltou a renovar o seu site na Internet (www.carlamatadinho.net), numa altura em que se comemoram dois anos da existência do mesmo. Este ano a novidade prende-se com o facto da manequim vestir o papel de entrevistadora. «É uma forma de mostrar facetas das pessoas que gosto e, sobretudo, de dar a conhecer e apurar as minhas capacidades como apresentadora, já que neste momento estou fora da televisão, mas gostaria de regressar», referiu Matadinho, citada pelo «Correio da Manhã». O espaço foi criado por David Silva e em dois anos já recebeu cerca de 80 mil visitas.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 17:30:13 +0000</pubDate>
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      <title>Carla Matadinho renovou o seu website</title>
      <description>A manequim Carla Matadinho voltou a renovar o seu site na Internet (www.carlamatadinho.net), numa altura em que se comemoram dois anos da existência do mesmo. Este ano a novidade prende-se com o facto da manequim vestir o papel de entrevistadora. «É uma forma de mostrar facetas das pessoas que gosto e, sobretudo, de dar a conhecer e apurar as minhas capacidades como apresentadora, já que neste momento estou fora da televisão, mas gostaria de regressar», referiu Matadinho, citada pelo «Correio da Manhã». O espaço foi criado por David Silva e em dois anos já recebeu cerca de 80 mil visitas.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 13:03:19 +0000</pubDate>
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      <title>Carla Matadinho renovou o seu website</title>
      <description>A manequim Carla Matadinho voltou a renovar o seu site na Internet (carlamatadinho.com), numa altura em que se comemoram dois anos da existência do mesmo. Este ano a novidade prende-se com o facto da manequim vestir o papel de entrevistadora. «É uma forma de mostrar facetas das pessoas que gosto e, sobretudo, de dar a conhecer e apurar as minhas capacidades como apresentadora, já que neste momento estou fora da televisão, mas gostaria de regressar», referiu Matadinho, citada pelo «Correio da Manhã». O espaço foi criado por David Silva e em dois anos já recebeu cerca de 80 mil visitas.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 12:04:01 +0000</pubDate>
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      <title>Coulthard, Jordan e Murray Walker comentam F1 na BBC</title>
      <description>O escocês foi apontado como um dos membros da futura equipa de comentadores da modalidade para a BBC, agora que é esta cadeia de televisão a transmitir o Mundial de F1 em Inglaterra.Numa declaração emitida hoje, a histórica estação de televisão revelou quem serão os responsáveis por comentar as incidências das corridas de Fórmula 1, sendo que o escocês é mesmo um dos nomes mais sonantes da equipa de comentadores.Ao seu lado estarão Eddie Jordan, antigo director da equipa Jordan F1, Martin Brundle, outro ex-piloto mas já com vasta experiência enquanto comentador televisivo, Jonathan Legard e o histórico e inconfundível Murray Walker. Este último, de acordo com a estação, terá uma "presença regular" no site. Na mesma declaração, David Coulthard explica que "a paixão pelo desporto ainda está muito viva e, como tal, fiquei muito entusiasmado com a hipótese de partilhar a minha visão e as minhas experiências através da cobertura da BBC".</description>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2008 17:05:40 +0000</pubDate>
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      <title>Francisco Froes</title>
      <description>O mar faz parte do estar em forma do actor Francisco Froes. E, com o corpo cuidado, o jovem não nega: "Recebo piropos das minhas fãs mas é o prazer por si mesmo que me eva a cuidar de mim próprio e fazer bastante desporto."</description>
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      <pubDate>Sat, 22 Nov 2008 15:30:25 +0000</pubDate>
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      <title>Dias Loureiro vai contar de "A a Z" o que fez na SLN</title>
      <description>O ex-ministro e Conselheiro de Estado Manuel Dias Loureiro disse à agência Lusa que vai contar hoje na RTP todos os seus actos enquanto administrador da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), porque não o pôde fazer no parlamento. "Uma vez que não o pude fazer na Assembleia da República, vou à RTP contar todas as minhas actividades durante todo o tempo em que desempenhei funções no grupo SLN", que detinha o Banco Português de Negócios (BPN), disse Dias Loureiro.  "Vou contar tudo de A a Z", garantiu. Manuel Dias Loureiro disse no entanto à Lusa que não vai falar na RTP dos casos relacionados com o BPN, que causaram na quinta-feira a detenção para interrogações de José Oliveira e Costa, arguido por suspeita de crimes de burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branqueamento de capitais. Manuel Dias Loureiro, administrador-executivo da SLN entre Dezembro de 2001 e Setembro 2002 e administrador não-executivo até 2005, vai hoje ao programa "Grande Entrevista", da RTP. O Partido Socialista votou contra o pedido de Dias Loureiro para ser ouvido na Assembleia da República no âmbito do caso BPN, considerando que é um assunto do domínio da investigação criminal.</description>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2008 07:41:36 +0000</pubDate>
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      <title>BPN: Dias Loureiro promete contar tudo</title>
      <description>«Vou contar todas as minhas actividades na SLN durante todo o tempo em que desempenhei funções no grupo»</description>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2008 21:20:00 +0000</pubDate>
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      <source url="http://www.portugaldiario.iol.pt">Portugal Diário</source>
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      <title>Paulo Sousa confirmado no Queens Park Rangers</title>
      <description>O Queens Park Rangers confirmou ao fim da manhã de hoje a notícia avançada pelo Daily Mail, dando como consumada a contratação de Paulo Sousa para suceder a Iain Dowie no cargo de treinador. O contrato do ex-seleccionador nacional de sub-16 é válido por duas épocas e meia, ou seja, até ao termo da temporada de 2011. É uma honra fazer parte deste projecto. Sempre quis trabalhar num grande clube e estou muito entusiasmado com esta oportunidade. Acredito nas minhas ideias e na minha capacidade. Sei que posso alcançar os objectivos, refere Paulo Sousa na página oficial do clube. Também Flavio Briatore, o proprietário do clube londrino e patrão da escuderia Renault, de Fórmula 1, se mostrou satisfeito com o acordo por si alcançado: Tenho acompanhado o trabalho de Paulo Sousa ao longo dos últimos tempos e ele é o homem certo para o nosso projecto. O Queens Park Rangers disputa actualmente a Championship, segundo escalão do futebol inglês, e ocupa a décima posição. A estreia de Paulo Sousa está marcada para o próximo sábado, diante do Watford.</description>
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      <pubDate>Wed, 19 Nov 2008 14:40:10 +0000</pubDate>
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      <title>Vítor Oliveira: Dentro de dois ou três anos poderemos lutar pela primeira parte da tabela</title>
      <description>O director geral do Leixões, Vítor Oliveira, disse hoje que o clube, actual líder da Liga Sagres, quer criar condições para lutar todas as épocas pela primeira metade da tabela. Precisamos de um centro de estágio e de melhorar o gabinete de prospecção, de forma a contratar jogadores e capitalizá-los no futuro. Temos de nos consolidar definitivamente na Liga, para, dentro de dois ou três anos, poderemos lutar sempre pela primeira metade da tabela, afirmou à Agência Lusa. Além de comandar a Liga principal, à oitava jornada, o clube de Matosinhos já venceu nos terrenos de FC Porto (3-2) e Sporting (1-0), mas pretende sustentar o seu crescimento com a construção de um centro de estágio, ainda sem local definido, e a reabilitação do antigo Campo de Santana, para as camadas jovens. Temos dificuldades de logística, com as equipas dispersas por todo o concelho, o que nos desagrada, porque a mística do Leixões está-se a perder no futebol juvenil, explicou Vítor Oliveira. O clube tem um dos orçamentos mais baixos da Liga Sagres, a rondar os dois milhões de euros, e o responsável admite que há também a necessidade de vender um ou dois jogadores por época para manter o equilíbrio financeiro, actualmente conseguido apesar de alguma falta de liquidez pontual. Clubes como o Leixões terão que apostar em descobrir talentos, mas para transferir jogadores e atrair outros emblemas é preciso ter uma equipa com qualidade e bons resultados, declarou. Um desses talentos é o avançado Braga, que os matosinhenses recrutaram esta época ao vizinho e rival Leça, então na II Divisão B: Em 2006/07, quando era treinador do Leixões, treinávamos muitas vezes com eles e notava-se que era um jogador que fazia a diferença. Na altura, ele não foi contratado, mas quando voltei essa foi uma das minhas primeiras decisões, contou. O director geral leixonense realçou que o Leixões desceu o orçamento em relação à época passada, e que deve baixá-lo ainda mais na próxima temporada, pelo que reconheceu dificuldades no processo de formação do plantel, trabalhado em parceria com o treinador José Mota. Aproveitámos os jogadores que poderiam servir da época passada, fomos buscar os reforços necessários para lugares muito específicos e tivemos a sorte de ter reunido homens que, além da grande valia técnica, também têm um grande carácter, explicou. Apesar da solidez da equipa, que já não perde na Liga desde a primeira jornada, Vítor Oliveira mantém como objectivo a manutenção na Liga Sagres, mas adianta que se ela for conseguida em tempo recorde o discurso pode ser alterado: Pensamos que 28 ou 30 pontos são suficientes para garantir a permanência, pelo que agora queremos chegar a esse patamar o mais rapidamente possível. Vítor Oliveira foi contratado em Maio para director geral, mas confessou à Lusa que o primeiro convite da administração foi para treinador, cargo que ocupou no clube em 2006/07, conseguindo então a subida à Liga principal. A administração deu-me liberdade para gerir todas as situações do futebol profissional, explicou Oliveira, que participou na escolha de José Mota para treinador. O dirigente considera o lugar que ocupa muito importante, mas admite que muitos directores gerais ou desportivos esperam uma escorregadela da equipa para chegar a treinador. Temos de nos consciencializar que somos directores e nada mais do que isso, frisou. Vítor Oliveira não esconde algum incómodo pelo afastamento dos relvados, e admite que, neste momento, queria ser treinador de futebol e que vai reavaliar a sua posição no final da época. No entanto, o responsável nega que a sua posição possa criar algum incómodo ao treinador José Mota: Ele sabe que tem de mim o apoio incondicional. A minha ambição não é treinar o Leixões.</description>
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      <pubDate>Tue, 18 Nov 2008 16:55:48 +0000</pubDate>
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      <title>Mancini recebeu o prémio de Melhor Treinador e Mourinho abraçou-o</title>
      <description>Roberto Mancini recebeu hoje o prémio de Melhor Treinador da última época em Itália, eleição essa da responsabilidade dos seus colegas de profissão. Recorde-se que Mancini foi despedido pelo Inter, em Maio, no final da temporada, depois de ter sido campeão e o lugar foi ocupado por José Mourinho. Hoje, em Coverciano, os dois cruzaram-se e abraçaram-se. À margem da cerimónia, Mourinho teceu também algumas considerações sobre o futebol italiano. O futebol italiano é difícil e requer uma grande preparação por parte dos treinadores Tive de mudar certos aspectos técnicos três ou quatro vezes frente ao Génova e eles conseguiram sempre adaptar-se às minhas estratégias. Para mim, como treinador, é um espectáculo fantástico Todos os campeonatos são difíceis e vencer é sempre difícil seja onde for. Nós os portugueses somos como vocês italianos e queremos sempre vencer, disse José Mourinho aos jornalistas.</description>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2008 15:44:32 +0000</pubDate>
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      <title>Barack Obama confirma promessa de retirada norte-americana do Iraque</title>
      <description>O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, confirmou domingo a vontade de organizar uma retirada das tropas norte-americanas do Iraque após a sua chegada à Casa Branca, a 20 de Janeiro.'Disse durante a campanha, e mantenho essa posição, que logo que assumir as minhas funções, chamarei o Estado-maior e os responsáveis da segurança nacional, e lançaremos um plano de retirada das nossas tropas', afirmou Obama. Barack Obama propõe acabar com a presença norte-americana no Iraque, um conflito iniciado em Março de 2003, que fez mais de 4.000 mortes entre as forças militares norte-americanas, para libertar soldados e orçamento para a guerra no Afeganistão, que o novo presidente definiu como prioridade da sua política externa.Numa altura em que a situação no Iraque melhorou visivelmente durante o último ano, Obama, que se manifestou contra a invasão do país em 2003, quer retirar o essencial das tropas norte-americanas num prazo de 16 meses, até ao verão de 2010, mantendo apenas no terreno forças encarregues da luta antiterrorista.O prazo previsto por Obama é ainda mais curto do que aquele que figura no acordo de retirada entre os Estados Unidos e o Iraque, aprovado domingo pelos iraquianos.O Governo iraquiano aprovou domingo por larga maioria o acordo de segurança com os Estados Unidos, que prevê a retirada total das tropas norte-americanas do Iraque até ao final de 2011.</description>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2008 13:39:38 +0000</pubDate>
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      <title>Pedro Bargado: Não é a fama que me traz felicidade</title>
      <description>É assustador saber que há pessoas que querem ter coisas minhas e que vêm ver o espectáculo muitas vezes porque gostam de mim."</description>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2008 13:00:33 +0000</pubDate>
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      <title>EUA: Barack Obama confirmou promessa de retirada norte-americana do Iraque</title>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2008 04:10:01 +0000</pubDate>
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      <title> Linha directa - Afinal, que querem de nós?</title>
      <description>Nunca pensei poder concordar no que quer que fosse com Bruno Paixão e o leitor que me perdoe por o fazer, mas é verdade que é extremamente útil meter a arbitragem no centro dos debates da bola. Não vejo melhor tópico para unir agentes desportivos e adeptos, mas também esta temática se dissolve. E voltam os velhos problemas. Por exemplo: podemos chamar o povo aos estádios ao mesmo tempo que o insultamos? Não se riam. Como espectador, eu sinto-me confuso e acredito que quem me lê partilha das minhas angústias.</description>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2008 00:55:10 +0000</pubDate>
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      <title>Ron Dennis reduz envolvimento</title>
      <description>Poderá ser desta vez que Ron Dennis reduza mesmo o seu envolvimento no programa de Fórmula 1 da McLaren. Com um novo super-carro de produção prestes a ver a luz do dia, o inglês fez saber que vai ter de dedicar boa parte do seu tempo a este projecto:"A situação económica mundial torna mais complicado encontrar os apoios necessários", mas já avisou que vai continuar a estar presente nos Grande Prémios, "no muro das boxes, como sempre, pois respiro McLaren e se me tirarem sangue verão que é sangue é McLaren. Vivo esta equipa e esta empresa e, por isso, mesmo se as minhas prioridades serão outras, continuarei a estar presente em todas as corridas."</description>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2008 11:04:25 +0000</pubDate>
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      <title>Inglaterra arrependida vê nos JO de 2012 porta de saída para a crise</title>
      <description>O Reino Unido não se teria candidatado aos Jogos Olímpicos de 2012 se tivesse podido prever a actual crise financeira, reconheceu hoje a ministra britânica responsável pelo evento, Tessa Jowell, segundo a imprensa de Londres. "Se tivéssemos sabido o que sabemos hoje, ter-nos-íamos candidatado aos Jogos Olímpicos? É quase certo que não", declarou Jowell aos patrões da indústria de lazer durante um jantar, afirma a edição de hoje do Telegraph. Responsáveis do Banco de Inglaterra disseram ontem que a economia britânica terá já provavelmente entrado em recessão, com a crise mundial a fazer sentir os seus efeitos, apesar dos economistas não poderem confirmar esta suspeita antes do início de 2009. O abrandamento da economia está a reflectir-se nos participantes privados da organização dos Jogos e o governo britânico reduziu algumas despesas para assegurar que o projecto cumprirá o orçamento previsto. Apesar desta situação, vários ministros, como Tessa Jowell, defendem que os investimentos ligados aos Jogos Olímpicos ajudarão a economia nacional. Na sequência da notícia sobre as suas declarações, a ministra divulgou um comunicado onde garante ter previamente, em vários momentos, "observado que 2012 foi postulado num dado clima económico e que hoje se vive outro". "Se a amplitude da degradação pudesse ter sido antecipada, estou certa de que se teria estimado que este não seria o momento para assumir importantes despesas públicas num projecto como os JO", acrescentou. Mas, como salientei nas minhas declarações, a realidade é muito diferente: é precisamente o momento para fazer estes investimentos. É potencialmente precioso para a economia em período de dificuldades económicas", concluiu.</description>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2008 10:25:51 +0000</pubDate>
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      <title>Isabel Stilwell dedica livro sobre Catarina de Bragança às duas filhas</title>
      <description>As minhas filhas foram lendo e dando feedback, o que é importante nos momentos de desânimo.</description>
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      <pubDate>Sat, 08 Nov 2008 14:30:11 +0000</pubDate>
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      <title>Entrevista // Um pintor de alma transmontana</title>
      <description>Aos 74 anos, João Vieira abriu o seu atelier, conquistado a uma adega antiga, para mostrar ao **Mensageiro** um pouco da sua atmosfera artística.. Nascido em Vidago, o pintor João Vieira saiu para a capital com apenas cinco anos, mas todos os Verões passava férias em Anelhe, uma aldeia do concelho de Chaves. Isso fez com que nunca perdesse contacto com a maneira de ser das gentes nem com o bem-estar devolvido pelas paisagens. Detentor de uma grande curiosidade etnográfica, João Vieira já esculpiu peças, criou instalações, pintou azulejos e vitrais e a sua costela teatral explica os trabalhos feitos no teatro, cinema e televisão. Aos 74 anos, abriu o seu atelier, conquistado a uma adega antiga, para mostrar ao Mensageiro um pouco da sua atmosfera artística.

Mensageiro: Como é que começou a pintar?

João Vieira: As primeiras tentativas de fazer qualquer coisa semelhante à arte foram retratos dos meus colegas. Estava sentado na minha carteirinha, no liceu, chateado com o professor de moral e comecei a desenhar o perfil do colega que estava ali ao lado. Quando tinha 16 anos, um professor perguntou-me o que ia fazer quando saísse do liceu. Respondi: médico ou advogado. Ele perguntou-me se já tinha pensado em ir para Belas Artes. Eu não fazia ideia do que era. Sabia que arquitectura era para fazer casas, pintura não sabia exactamente para que era.

MN: Foi também para Paris, uma cidade que o marcou

JV: Vivia num Portugal cinzentíssimo e triste, um país onde não havia exposições nem hipótese de contactar com a grande arte contemporânea. Quando me fui embora para Paris comecei a ler todos os jornais. Aqui a gente só lia o Diário de Lisboa e mesmo assim não se percebia nada do que se passava, era preciso ler nas entrelinhas. Quem não soubesse fazê-lo, não tinha informação nenhuma. Era uma avidez tremenda para ler tudo o que havia, para ver as galerias e os museus todos. De facto, essas foram as minhas universidades. Quando consegui finalmente trabalhar em pintura todo o dia, fartei-me porque estava com uma avidez de pintar e trabalhava sete horas por dia. Uma coisa louca. Foi aí que atingi a maioridade como artista, que conheci e trabalhei com grandes amigos e aprendi muito. O que é fundamental é fazer qualquer coisa que seja o contrário da academização. Tudo o que é académico é secundário, obnóxio, não interessa a ninguém.

MN: Em que é que as raízes transmontanas o influenciaram?

JV: Por exemplo, comecei a fazer esta série de trabalhos sobre os caretos, por causa de umas histórias que me contava a minha mãe quando era miúdo e que se passavam na terra dela. Aquilo eram histórias fantásticas, de festas estranhas. Mais tarde, fui com um amigo à aldeia da minha mãe, na Torre de D. Chama, fizemos uma recolha da festa que dura 24 horas e que mete os caretos. Fiquei realmente impressionado com aquilo. Hoje em dia, já temos caretos em grupos que vêm para a televisão fazer macacadas e que não tem nada que ver com a festa que eu conheci. Fui pegar nisso e transformei-as em obra de arte.

MN: E porquê esse regresso às origens nos três meses de Verão?

JV: Porque me continuo a sentir bem aqui, a lembrar-me da infância, da adolescência e da idade adulta. Passei aqui um ano inteiro uma vez quando tinha 20 anos e outra quando me casei e tive o meu filho. Isso são experiências que marcam muito as pessoas. Agora já me posso permitir o luxo de mandar Lisboa às malvas e estar três meses cá em cima. Gosto de ver os montes, tenho a minha casinha e esta tranquilidade que tenho cá em cima, às vezes, surpreendentemente, põe-me a trabalhar mais do que em Lisboa, o que é curioso. Houve um ano em que preparei uma exposição inteira cá em cima. Em três meses, fiz vinte e dois quadros. Este ano fiz quatro exposições e cheguei cá em cima completamente exausto. Como estava exausto, arranjei mais trabalho para fazer. Meti-me aqui numa carga de trabalhos que é uma Associação Cultural e Recreativa.

"Há demasiada burocracia no processo cultural da cidade de Chaves"

MN: Que comentário faz à arte que se faz a nível local?

JV: Penso que há demasiada burocracia envolvida em todo o processo cultural na cidade de Chaves. A câmara tem tido uma atitude relativamente certa em muitas áreas, mas eu só consigo romper a burocracia falando directamente com o presidente da câmara. Se falo com ele tudo se resolve, se for à instituição x ou y não consigo.

MN: Afirmou que os seus trabalhos são fruto de uma emoção que substitui a visão directa da realidade, como é que consegue?

JV: A emoção e a razão coexistem nas pessoas. Ambas corrigem-se mutuamente e nós estamos sempre a trabalhar entre e com a emoção e a razão, à procura de qualquer coisa que nos encante, que nos dê a sensação de que conseguimos alguma beleza. E a beleza ou é provocatória e toca as pessoas emocionalmente ou não é beleza.

MN: É isso que se pretende com a sua arte?

JV: É exactamente isso. É criar objectos de beleza que sejam suficientemente fortes para que as pessoas reajam a eles, aprendendo alguma coisa e sobretudo tendo emoções agradáveis, que as tornem felizes e as façam reflectir sobre a beleza, sobre o futuro e sobre o que é preciso para se ser feliz. Todos estamos na vida para comunicar uns com os outros e é isso que nos torna seres espantosos. Mas como é que nós, sendo tão diferentes uns dos outros, conseguimos ter tantas coisas em comum? Temos que andar à procura daquilo que em cada um é profundamente original na maneira de ser para compreendermos melhor as nossas relações com a originalidade dos outros. Esta procura da verdade, da beleza, de si próprio, da originalidade própria é o destino dos artistas.

MN: Como é que as letras se tornaram elementos transversais na sua pintura?

JV: Cresci numa escola primária e tenho muitas memórias de palavras escritas no quadro, do ruído do giz na pedra preta. Por exemplo, admirava muito um professor de matemática que tive no liceu que conseguia escrever no quadro sem fazer barulho, tinha uma habilidade extraordinária no manejo do giz e a maneira de pôr a mão para que as letras se ligassem umas às outras harmoniosa e rapidamente. Ficava espantado. Por outro lado, tinha as minhas irmãs que aprendiam letra francesa e gótica e faziam os seus exercícios em folhas de papel e isso também me impressionou muito. Olhava para aquilo e comecei a perceber como se escrevia e o que queria dizer escrever, é desenhar segundo uma determinada ordem e isso sempre me tocou muito.

"As nossas obras de arte são uma espécie de filhos"

MN: E porque recorre à escrita nos seus quadros?

JV: Aquilo que desenho e pinto são elementos de escrita Uma das minhas grandes preocupações é que as pessoas leiam tudo aquilo que está dentro de um quadro, porque a maior parte das pessoas quando olham para uma pintura vêem-na pela rama, querem ter uma visão de conjunto e não vêem nada ao pormenor. O importante é olhar com atenção e tentar entender esteticamente aquilo que lá está. Se as pessoas se sentirem emocionadas por isso, então vão ver cuidadosamente aquilo que está pintado. O que eu tento fazer é aproximar-me da linguagem poética, que é, para mim, a forma superior de literatura.

MN: Quais são as técnicas que utiliza?

JV: Tudo o que for necessário. O que me dá mais jeito é óleo ou acrílico. Uma pintura a óleo demora muito tempo a secar, ao longo da secagem uma pessoa pode ir intervindo até chegar a qualquer coisa dentro daquele caos que criamos quando começamos uma obra de arte. Começamos pelo caos e depois colocamo-lo em ordem. No caso do acrílico, seca muito rapidamente, portanto aquilo que se faz tem que ser muito calculado antes de se começar a fazer. O caos não pode ser tão grande tem que haver mais alguma ordem.

MN: O que deixa de si em cada quadro?

JV: Fica uma parte de mim. As nossas obras de arte são uma espécie de filhos que nós temos. São momentos de verdade, de beleza que nós atingimos e que estamos a entregar aos outros. Isso para mim é fundamental no trabalho que fui fazendo ao longo da vida. Quando se consegue ir mais longe é quando o artista plástico consegue fazer as coisas revelando o máximo de si próprio.

MN: Que projectos tem para o futuro?

JV: Estou a preparar uma exposição para Novembro 2009, na Cordoaria Nacional, com três instalações bastante grandes e ainda pintura de grandes dimensões. Devo passar todo o ano a trabalhar nisso, porque quero que a exposição seja toda ela nova.
Notícia adicionada sob a secção: Cultura</description>
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2008 11:12:25 +0000</pubDate>
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