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    <title>Destakes - (lewis)</title>
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      <title>Lewis Hamilton nas estrelas</title>
      <description>O britânico Lewis Hamilton, campeão do mundo em título, o mais jovem de toda a história da modalidade, decidiu ir ao espaço. E não vai sozinho, pois não encontrou melhor maneira de agradecer o apoio dos que lhe são mais próximos, por isso, o pai, o irmão, a madrasta e a namorada acompanham-no na aventura, que custará a módica quantia de 753 mil euros. O empresário multimilionário Richard Branson idealizou, e passou à prática, uma companhia a que chamou Virgingalactic, destinada a proporcionar viagens no espaço. Já vendeu 250 bilhetes a candidatos a astronautas, entre os quais Hamilton e a família. Dentro de alguns meses começarão as viagens, no início, uma por semana, mas com o objectivo de chegar a duas por dia. A viagem demorará apenas duas horas, mas os viajantes espaciais terão, durante alguns minutos, a possibilidade de sentir a falta de gravidade que sentem os astronautas e, até, ter uma curta refeição em que os alimentos flutuarão. Toda a viagem é filmada por várias câmaras, pelo que os passageiros poderão, depois reviver todos os momentos, as suas reacções, o medo sentido, o espanto por ver a terra tão longe. Dado que dinheiro não falta ao jovem piloto, andar pelo espaço é apenas mais um capricho satisfeito.</description>
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      <pubDate>Mon, 01 Dec 2008 13:40:47 +0000</pubDate>
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      <title>Félix da Costa azarado, Calado vence Winter Series</title>
      <description>A curiosidade estava centrada em António Félix da Costa, mas o azar bateu-lhe novamente à porta, já que depois de ter sido sempre o mais rápido, nos treinos livres, não foi além de terceiro na qualificação. Na primeira corrida, arrancou bem, mas envolveu-se num incidente com o seu colega de equipa Magnussen e caiu para último. Recuperou até sexto, mas novo toque voltou a impedi-lo de alcançar um bom resultado. Na segunda corrida, lutou lutar taco a taco com o líder, mas uma avaria obrigou à desistência.No Troféu Nacional de Fórmula Júnior FR2.0, e com a ausência do vencedor, Gonçalo Araújo, o duelo entre Luís Santos e Pol Rosell Costa, na discussão pelo segundo lugar terminou favorável ao português, graças a mais uma vitória e um segundo lugar. Marcelo Conchado foi o outro vencedor, entre os "portugueses". Nas Winter Series, James Calado esteve irrepreensível: duas corridas, duas "poles", duas vitórias, duas melhores voltas e assim assinou o seu nome como primeiro campeão do Portugal Winter Series. ClassificaçãoCorrida 1: 1º Fortec Motorsport/James Calado, 13 v. em 25m36,067s, à média de 127,4 km/h (1º WS); 2º CRScuderia/Lewis Williamson, a 3,294s; 3º CRScuderia/Matias Lain, a 15,119s; 4º Fortec Motorsport/Oli Webb, a 15,165s; 5º MotoPark Academy/Adrian Quaife-Hobbs, a 22,336s; 6º CRScuderia/Harry Tincknell, a 29,156s; 7º MotoPark Academy/Marco Sorensen, a 30,156s; 8º MotoPark Academy/António Félix da Costa, a 47,652s; 9º MotoPark Academy/Kuba Giermaziak, a 49,348s; 10º Fortec Motorsport/Dino Zamparelli, a 51,728s; 11º Galuppo/Marcelo Conchado, a 1m03,307s (1º FJ); 12º CO2 MotorSport/Sérgio Campana, a 1m15,707s; 13º CRScuderia/Marlon Stockinger, a 1m20,800s; 14º CO2 MotorSport/Giovanni Venturini, a 1m37,469s; 15º MotoPark Academy/Luís Sá Silva, a 1m39,685s; 16º Epsilon Sport/André Negrão, a 1m43,224s; 17º Fortec Motorsport/Luís Santos, a 1m47,093s; 18º Rodrive Competições/Alan Sicart, a 1 v.; 19º Rodrive Competições/Joffrey Didier, a 1 v.; 20º Rodrive Competições/Azor Dueñas, a 1 v.; 21º Rodrive Competições/Pol Rosell Costa, a 2 v.; 22º Fortec Motorsport/Fiório de Sousa, a 2 v.Pole position: J. Calado, 1m56,909s (média de 128,8 km/h)Melhor volta: J. Calado, em 1m56,403s (média de 129,3 km/h)Corrida 2: 1º J. Calado, 14 v. em 26m45,724s, à média de 131,3 km/h (1º WS); 2º Motopark Academy/Kevin Magnussen, a 4,965s; 3º A. Quaife-Hobbs, a 5,316s; 4º M. Sorensen, a 9,534s; 5º L. Williamson, a 16,406s; 6º O. Webb, a 20,990s; 7º G. Venturini, a 25,041s; 8º H. Tincknell, a 26,476s; 9º K. Giermaziak, a 26,701s; 10º Fortec Motorsport/Will Stevens, a 43,852s; 11º D. Zamparelli, a 45,197s; 12º A. Negrão, a 45,894s; 13º M. Lain, a 48,882s; 14º L. Sá Silva, a 49,830s; 15º M. Stockinger, a 51,445s; 16º L. Santos, a 52,525s (1º FJ); 17º M. Conchado, a 1m31,225s; 18º A. Sicart, a 1m40,286s; 19º F. de Sousa, a 1m43,381s; 20º Araújo Competições/Fábio Mota, a 1m45,030s; 21º P. Rosell Costa, a 1m49,808s; 22º S. Campana, a 1 v.; 23º A. Dueñas, a 1 v.; 24º J. Didier, a 2 v.; 25º A. Félix da Costa, a 4 v.Pole position: J. Calado, 1m57,599s (média de 127,1 km/h)Melhor volta: J. Calado, em 1m52,696s (média de 133,6 km/h)Campeonato: 1º G. Araújo, 149 pontos; 2º L. Santos, 121; 3º P. Rosell, 113; 4º B. Serra, 91; 5º A. Dueñas, 89</description>
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      <pubDate>Sun, 30 Nov 2008 15:30:38 +0000</pubDate>
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      <title>Fernando Alonso: "Não deixo a F1 sem um terceiro título"</title>
      <description>Num evento da rádio espanhola Cadena Ser, onde estiveram diversos alunos universitários, o piloto espanhol, campeão do mundo de 2005 e 2006, declarou que está "mais ou menos convencido de que não irei deixar a Fórmula 1 sem voltar a ser campeão outra vez", mostrando-se esperançado em consegui-lo já na próxima temporada."Sim, acredito que poderei lutar pelo título no próximo ano", respondeu Alonso à questão se achava que 2009 poderia voltar a ser o 'seu' ano. Ainda assim, ressalvou que "a competitividade de um monolugar depende de muitos factores".Sobre uma das 'novelas' que mais animou o paddock nos últimos meses, a eventual ligação à Ferrari, o espanhol acabou por ser muito evasivo. Não excluindo essa possibilidade para o futuro, Alonso afirmou que "uma resposta rápida a essa pergunta não seria uma resposta acertada".A gozar um período de férias, Fernando Alonso só voltará aos comandos do Renault de Fórmula 1 em meados do próximo mês, em Jerez, altura em que tomará contacto, pela primeira vez, com as novas especificações da modalidade para 2009.Também a sua rivalidade com Lewis Hamilton foi tema de conversa, com o espanhol a rejeitar a ideia de que a relação entre ambos seja tão má como fazem crer: "a nossa rivalidade não é tão grande como se vende em Inglaterra ou Espanha. Falamos sempre que nos vemos e felicitei-o quando foi campeão. Disse-lhe para ele desfrutar, ele agradeceu e pronto", respondeu o piloto da Renault.</description>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 14:45:09 +0000</pubDate>
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      <title>Hamilton cria o seu circuito perfeito</title>
      <description>O campeão do mundo de Fórmula 1, Lewis Hamilton, puxou da sua imaginação e criou aquele que seria o seu circuito perfeito.Indo buscar inspiração a muitos dos traçados da actualidade, Lewis Hamilton explicou que queria "criar um circuito que fosse desafiante, entusiasmante e agradável"."Acima de tudo, uma pista em que qualquer um adorasse ter a oportunidade de lá pilotar e que pudesse ser o derradeiro teste para qualquer piloto e para qualquer carro", acrescentou o piloto da McLaren-Mercedes.Entre as curvas eleitas estão Eau Rouge (Spa-Francorchamps) ou a Curva Oito (de Insatmbul) e Copse (de Silverstone), entre outras.Veja a volta exclusiva ao traçado perfeito de Lewis Hamilton AQUI, clicando depois no separador 'Supercircuit'.</description>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 12:45:16 +0000</pubDate>
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      <title>Epica Awards: McCann e Partners ganham Prata e Bronze</title>
      <description>A McCann- Erickson, com dois prémios, e a Partners, com um, foram únicas agências portuguesas premiadas na 22ª do Epica Awards realizado em Paris nos últimos dias, confirmou o briefing junto da organização deste festival. Uma competição que este ano envolveu números elevados: cerca de cinco mil inscrições, de 661 empresas, e 51 países. A McCann-Erickson recebeu um troféu de Prata, em Press, com a campanha «Prisioneiros», para a Amnistia Internacional Portugal, e Bronze, na competição de Filmes, com o spot «Animais» para a Quercus. Por sua vez, a Partners ganhou um troféu de Bronze, em Poster, com a campanha «Animais de Circo», _ com as peças Leão, Foca e Macaco_ desenvolvida para a associação Acção Animal. Este ano, participaram no Epica Awards sete agências portuguesas, responsáveis pelos 60 trabalhos inscritos.  Os quatro Epica d Or do concurso foram conquistados pela DDB Londres, pela Lowe Londres e pela Great Works de Estocolmo. A primeira ganhou os troféus máximos em Film e em Press, respectivamente, com os trabalhos «Dog», para a Volkswagen Polo, e a campanha «Love Hate», para os Marmite Snacks. Já a Lowe Londres arrecadou o Epica dOr em Outdoor com «Shadows», para a John Lewis, enquanto a sueca Great Works recebeu o de Interactivo com o projecto «Absolut Machines». Quanto aos restantes troféus da competição, este ano foram entregues 64 Epica, 170 troféus de Prata e 172 de Bronze. A Alemanha foi o país mais premiado e, pela primeira vez, a Ucrânia e o Egipto ganharam troféus. Pelo quarto ano consecutivo, a DDB foi a network mais bem sucedida no concurso. O júri que votou os vencedores, formado por mais de duas dezenas de jornalistas internacionais especializados no sector da publicidade e marketing, reuniu a semana passada em Paris. Já a cerimónia de entrega de prémios está marcada para Atenas no próximo mês de Janeiro.</description>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 11:28:51 +0000</pubDate>
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      <title>Tiago Monteiro confirma aquisição de uma equipa de GP2</title>
      <description>O piloto português de World Touring Car Championship (WTCC) Tiago Monteiro e o empresário José Manuel Guedes confirmaram hoje ter adquirido uma equipa de GP2, o campeonato internacional que antecede a Fórmula 1. Com este negócio, a Ocean Racing Technology torna-se na primeira equipa de capital 100 por cento português a participar num campeonato internacional de acesso à Fórmula 1. É um passo que há muito queríamos dar, mas não pensámos que viesse a acontecer tão cedo. No entanto, a oportunidade surgiu e, após encontrarmos a forma de financiar a operação, avançámos com as negociações, disse o piloto português. Apesar de estar envolvido neste projecto, Tiago Monteiro vai continuar a ser piloto da Seat no WTCC, realçando sentir-se muito feliz na equipa espanhola, porque, como piloto, pode lutar pela vitória e pelo campeonato. O piloto português vai assumir um papel activo na parte técnica da equipa, escolha do pessoal e dos pilotos, enquanto a gestão do dia-a-dia vai estar a cargo de José Guedes. Na conferência de imprensa de apresentação, Tiago Monteiro exprimiu que um dos seus principais desejos é ter uma equipa 100 por cento portuguesa, mas está consciente que em Portugal ainda não existem profissionais com a experiência que o GP2 exige, no que é considerado o último nível antes da Fórmula 1. A Ocean Racing Technology vai participar na segunda prova do campeonato GP2 Ásia 2008, que se realiza no Dubai, a 7 de Dezembro, mas ainda não são conhecidos os nomes dos pilotos que vão representar a equipa na estreia. Esta é ainda uma equipa em construção, mas rapidamente vamos ter a estrutura fechada. Estamos a reunir um grupo de profissionais que nos dá garantias, porque sabemos que a GP2 é um dos campeonatos mais competitivos da actualidade, revelou o piloto português. Para breve está agendada a apresentação oficial da equipa, onde será anunciada a sua sede oficial, que ainda se encontra em fase de análise. Segundo o piloto português, o campeonato da Ásia vai servir para a equipa testar novos pilotos e para preparar o campeonato principal, que tem início marcado para Maio, no circuito da Catalunha (Espanha). Tiago Monteiro tem sido apontado como possível substituto do francês Tristan Gommendy na equipa do FC Porto que participa na Super League Fórmula, mas o português garante que não há nada, mas que se surgir alguma oportunidade esta vai ser analisada. O piloto luso acrescentou que a prioridade agora é ajudar a Seat a renovar os títulos conquistados. A Fórmula 1 é encarada ainda uma paixão, mas o piloto, o primeiro português a subir ao pódio naquela disciplina, sublinha que não será com certeza em 2009. Além desta aposta na equipa de GP2, o piloto português relevou que se encontra em fase de projecto uma academia de pilotos e de mecânicos em Portugal, que tem como objectivo promover os pilotos e mecânicos portugueses nacional e internacionalmente. O GP2 é o campeonato que antecede a Fórmula 1 e divide-se em duas fases, o GP2 Ásia (seis provas) e o GP2 Main Séries (11 provas), tendo catapultado pilotos para a Fórmula 1, casos do actual campeão do Mundo Lewis Hamilton, de Nico Roseberg, Timo Glock, Nelsinho Piquet e Heikki Kovalainen.</description>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 20:12:16 +0000</pubDate>
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      <title>Hamilton afasta comparações com Shumacher</title>
      <description>O britânico Lewis Hamilton pretende cumprir um trajecto distinto do percorrido na Fórmula 1 pelo alemão Michael Shumacher. Recém-campeão da modalidade, feito atingido na última corrida da época, em Interlagos, Hamilton disse esta quinta-feira à publicação britânica Woking News &amp; Mail que há sempre mais coisas a atingir.</description>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 19:23:15 +0000</pubDate>
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      <title> Fórmula 1 - Hamilton não pensa em recorde de Schumi</title>
      <description>Lewis Hamilton não vive obcecado em bater o recorde de títulos de Michael Schumacher.</description>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 16:40:39 +0000</pubDate>
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      <title> Fórmula 1 - Hamilton perde para ciclista</title>
      <description>Mais rápido em pista, Lewis Hamilton foi ultrapassado pelo ciclista Chris Hoy na eleição de melhor desportista do ano da Associação de Jornalistas da Grã-Bretanha.</description>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 15:25:43 +0000</pubDate>
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      <title>Murray Walker: "Button pode vencer o título"</title>
      <description>Numa entrevista ao site Crash.net, Murray Walker foi convidado a eleger os dez mais da temporada 2008, tendo deixado de fora o piloto britânico da Honda, "não porque não ache que ele seja um excelente piloto perfeitamente capaz de ser campeao, porque acho que ele o é, mas devido ao que lhe aconteceu neste campeonato".Aprofundando o seu ponto de vista, Walker referiu que Button "não foi capaz de demonstrar o seu talento porque o carro que ele pilotava não era suficientemente bom para ele", numa condição que o britânico estendeu a outros pilotos do pelotão: "o mesmo pode ser dito para alguns dos outros pilotos, tal como o [Giancarlo] Fisichella ou até o Adrian Sutil", acrescentou.Afirmando que Button é, actualmente, "o piloto esquecido", Murray Walker enaltece que Button "não pôde demonstrar o quão bom ele é porque o carro não o permitiu" e que "foi, obviamente, eclipsado por Lewis Hamilton, com o país inteiro a enlouquecer por ele", acrescentando que "não sobrou espaço para o 'pobre' Jenson".No entanto, Walker é da opinião de que se a Honda lhe oferecer um bom carro para a próxima temporada, "o Jenson poderá vencer corridas, e se vencer corridas pode vencer o título".</description>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 12:15:45 +0000</pubDate>
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      <title> Fórmula 1 - Hamilton recebe prémio Bambi</title>
      <description>Lewis Hamilton vai receber um dos prémios mais prestigiados da Alemanha.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 15:11:48 +0000</pubDate>
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      <title>Uma geração de ouro</title>
      <description>A consagração de Lewis Hamilton no Mundial de Pilotos, foi também o triunfo duma nova geração de jovens pilotos que chegou à Fórmula 1 nos últimos dois anos e meio. O inglês foi o único que teve a felicidade de receber imediatamente um carro ganhador e não perdeu tempo para mostrar o seu talento, coleccionando cinco pódios consecutivos antes de ganhar o seu primeiro Grande Prémio no Canadá, em 2007.Mas Hamilton sabe que vai ter concorrência à altura nos próximos anos, com Robert Kubica, que vai completar 24 anos no próximo mês de Dezembro a ser o adversário que mais teme e respeita. O polaco mostrou este ano ser extremamente veloz e constante, vulgarizando Nick Heidfeld durante grande parte da temporada, ao ponto da BMW ter considerado a possibilidade de despedir o alemão no final da temporada, apesar do contrato com o piloto de Moenchengladbach ser válido até ao final de 2009.A outra grande revelação do ano foi o impressionante Sebastian Vettel, que ganhou de forma sensacional o Grande Prémio de Itália, transformou a Toro Rosso na sexta melhor equipa do Mundial e sozinho marcou mais pontos para as equipas de Dietrich Mateschitz do que Webber, Coulthard e Bourdais juntos! É obra, sobretudo se considerarmos que o jovem alemão tem apenas 21 anos e efectuou este ano a sua primeira temporada completa de Fórmula 1.O quarto elemento desta nova geração é Nico Rosberg, mas o alemão da Williams ainda não convenceu os observadores que tem as mesmas qualidades dos outros três jovens. Com três anos de experiência na Fórmula 1, Rosberg só este ano conseguiu dois pódios e nem sempre tem mostrado a garra e empenhamento dos grandes campeões. Será necessário vê-lo ao volante dum carro mais competitivo para se saber o que vale, afinal, o filho do Campeão do Mundo de 1982, que poderá ser o quarto mosqueteiro desta nova geração.Se juntarmos a estes jovens de talentos firmados Fernando Alonso e Felipe Massa, que com 27 e 26 anos apenas já fazem figura de veteranos no paddock, poderemos estar a caminhar para uma época de ouro na Fórmula 1, como há muito não se via, pela quantidade e qualidade dos talentos que vão continuar a competir nas próximas temporadas.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 12:31:26 +0000</pubDate>
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      <title>"Sou campeão britânico e um dia vou pilotar para a sua equipa""</title>
      <description>Quando Ron Dennis recebeu um pedido de autografo dum miúdo de dez anos, no final de 1995, e ouviu da boca do jovem kartista que tinha à sua frente, "sou campeão britânico e um dia vou pilotar para a sua equipa", deve ter sorrido para dentro, escrevendo ao lado do autografo, "liga-me daqui a nove anos e depois falamos".Mas o patrão da McLaren informou-se rapidamente sobre o arrojado interlocutor que encontrara numa gala de final de ano e três anos mais tarde foi Dennis que ligou ao pai de Lewis Hamilton, o omnipresente Anthony, para lhe propor um contrato de longa duração, integrando o jovem piloto de Stevenage no programa de jovens pilotos da McLaren.Ao 13 anos, muito antes de qualquer outro piloto, Lewis Hamilton passou a beneficiar do apoio duma das principais equipas de Fórmula 1 e a sua vida ficou muito mais facilitada, mas também passou a ter de responder a muito mais exigências. Sem ter de se preocupar com custos, Hamilton passou a pilotar para as melhores equipas de karting, vencendo diversos campeonatos a nível internacional, antes de passar para os automóveis mal completou 16 anos.Essa juventude custou-lhe caro, pois cometeu demasiados erros tanto no campeonato de inverno da F. Renault inglesa em 2001 (que terminou em quinto lugar) como no campeonato britânico dessa categoria, no ano seguinte, onde foi o terceiro classificado. O seu primeiro título nos automóveis aconteceu em 2003, aos 18 anos, ainda na F. Renault Britânica, mas as lições tinham sido aprendidas e nos cinco anos seguintes Hamilton venceu três campeonatos, culminando a sua ascensão com a conquista do título de Campeão do Mundo de Fórmula 1 na semana passada.O seu ano de estreia na Fórmula 3 não foi isento de problemas, com apenas uma vitória e o quinto lugar no Europeu da categoria, mas os Hamilton queriam prosseguir a ascensão e passar para a GP2 já em 2005, entrando em confronto com Ron Dennis, no que resultou no fim temporário da ligação entre as duas partes. Mas como ninguém quis assumir os custos da carreira de Hamilton, este teve de aceitar o que a McLaren lhe impunha no que foi a melhor decisão da sua carreira.Em 2005 o jovem inglês dominou a Fórmula 3 europeia, sagrando-se campeão com enorme facilidade, progredindo então para a GP2 em 2006, onde teve sucesso imediato, vencendo este competitivo campeonato logo à primeira tentativa, depois de algumas demonstrações impressionantes de talento. O resto é do domínio público, pois desde que chegou á Fórmula 1, no inicio de 2007, que o inglês tem estado nas bocas do Mundo. </description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 12:31:24 +0000</pubDate>
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      <title>O campeão programado</title>
      <description>As comparações com Tiger Woods são mais que muitas, mas se é evidente que existem imensas semelhanças entre os dois jovens campeões, também há que ressalvar as diferenças, pois o golfe sempre foi muito mais elitista que o automobilismo e Hamilton nunca teve de enfrentar atitudes discriminatórias por parte dos seus adversários, como foi o caso de Woods nos seus primeiros dois anos no circuito profissional de golfe.O que é certo é que Lewis Hamilton juntou mais um elemento ao sonho anunciado de Bernie Ecclestone já lá vão 15 anos, quando disse que tudo o que necessitava para fazer da Fórmula 1 o desporto mais popular do mundo era dum alemão rápido, dum piloto negro e dum chinês. Michael Schumacher tratou do primeiro desejo, Hamilton do segundo e, agora, falta um chinês para que Ecclestone possa retirar-se com todos os seus desejos cumpridos!Um talento excepcionalDesde muito cedo que se viu que Lewis Hamilton era dotado dum talento muito acima do normal. A sua coordenação motora ficou à vista quando com apenas seis anos ganhou o campeonato britânico de carros telecomandados, face a concorrência de adultos com décadas de experiência e daí para o karting foi um salto. Os resultados foram imediatamente excepcionais e como se tratava do primeiro piloto negro a dar nas vistas no Reino Unido, Hamilton passou imediatamente a celebridade do seu pais, o que o ajudou a angariar patrocínios para continuar a progredir.Mas sem a intervenção de Ron Dennis, da McLaren e da Mercedes, é certo que a progressão de Hamilton teria sido bastante mais complicada e lenta, pois a partir dos 13 anos teve sempre material do melhor nas mãos, mas também tratou de fazer o melhor uoso desse privilégio, ganhando quase tudo no karting, antes de passar para os automóveis com apenas 16 anos.Os dois primeiros anos não foram fáceis, porque Hamilton tinha imensa pressa de vencer e parecia incapaz de aceitar outro resultado que não a vitória, mentalidade que lhe deu brilhantes resultados mas também esteve na origem de espectaculares e violentos acidentes tanto na Fórmula Renault como na Fórmula 3. A passagem para carros mais potentes, na GP2, foi bastante mais suave e nos últimos três anos os erros graves têm sido poucos, mais a mais se considerarmos que estamos a falar dum jovem com apenas 23 anos.Nessa idade Ayrton Senna estava a chegar à Formula 1, Michael Schumacher efectuava a sua primeira temporada completa na categoria e Alain Prost ainda estava na sua primeira temporada de Fórmula 3. Por isso, quando se analisam as performances de Lewis Hamilton, há que também ter em consideração a sua enorme juventude e o facto de ter completado no domingo passado apenas a sua segunda temporada completa na Fórmula 1.Mais erros que em 2007Talvez por isso, Lewis Hamilton acabou por se sagrar Campeão do Mundo num ano em que cometeu mais erros do que em 2007, na sua temporada de estreia. Sem um ponto de referencia como companheiro de equipa, pois Heikki Kovalainen não vale Fernando Alonso, com todo o peso da responsabilidade de ser o líder da McLaren nos ombros, determinado a vingar a cruel e inesperada derrota no Mundial do ano passado, precisamente na última corrida da temporada, Hamilton lidou menos bem com toda essa pressão do que em 2007, mas acabou por fazer o suficiente para bater Felipe Massa por um ponto, com uma ultrapassagem decisiva a Glock n a última travagem do campeonato!Nunca na história da Fórmula 1 um piloto de 23 anos se tinha encontrado na posição de líder duma das melhores equipas do plantel e com a enorme pressão exercida pela exigente media britânica Hamilton foi sujeito a um tratamento de choque para o qual não estava preparado. Daí resultaram erros pouco habituais no Bahrein, no Canadá e no Japão, que lhe custaram pontos preciosos e algumas penalizações.Aliás, a sua forma de estar em pista, extremamente agressiva, causou-lhe diversos dissabores ao longo do ano, pois foi penalizado por diversas vezes e viu o plantel virar-se todo contra si, sobretudo depois do Grande Prémio de Itália duma forma que nem com Michael Schumacher tínhamos visto. Isso podia ter-lhe custado muito caro, pois ninguém lhe deu nem um milímetro na última corrida do ano, ao contrario do que é habitual com que está a discutir o título.No final do ano, falando com boa parte dos outros pilotos de Fórmula 1, todos nos deram conta do enorme respeito que têm pelo seu talento natural e pela sua velocidade, mas foram poucos os que não criticaram a sua postura nos duelos directos, ficando-nos a ideia de que o inglês vai continuar a ter vida difícil no meio do pelotão no próximo ano. Mas tem talento para superar todas essas adversidades, o que nos faz prever mais alguns momentos de excepcional emotividade para as próximas temporadas.O céu é o limiteCampeão do Mundo aos 23 anos, com mais quatro anos de contrato com a McLaren e mais de uma década de Fórmula 1 à sua frente, Lewis Hamilton tem tudo para bater todos os recordes da categoria. Michael Schumacher já admitiu que poderá perder o recorde de títulos para o jovem inglês, mas Hamilton, para já, nem quer pensar nisso: "Para se ganhar oito Campeonatos do Mundo é necessário ficar muito tempo na Fórmula 1 e ter sempre carros ganhadores nas mãos. Não acredito que possa chegar aos números do Michael Schumacher, mas fico feliz por ele considerar que os poderei bater, pois ele foi a referencia para todos os pilotos durante mais de uma década. O meu objectivo é ganhar três Mundiais e é nisso que me vou concentrar nos próximos anos. Depois veremos o que vou fazer com a minha carreira, mas não me vejo a correr por outra equipa que não a McLaren, que é a minha casa e onde todos fazem um trabalho verdadeiramente excepcional."O futuro dirá até onde poderá e quererá chegar Lewis Hamilton. Para já, bem se pode dizer que o Céu é o seu limite, pois não se antevêem entraves para uma carreira que se adivinha extraordinária.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 12:31:22 +0000</pubDate>
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      <title>Bernie Ecclestone insiste nas medalhas</title>
      <description>"Vai mesmo acontecer. As equipas estão confortáveis com o assunto, e a razão principal que me leva a querer introduzir esta questão deve-se ao facto de ouvir demasiadas vezes falar de ultrapassagens. A não existência de ultrapassagens deve-se a pouca necessidade que os pilotos têm de ultrapassar e não devido aos circuitos ou às pessoas. Se alguém lidera e eu sou segundo na corrida, não vou arriscar só para conseguir mais dois pontos, mas se precisar de uma medalha a minha atitude em pista será certamente diferente. Preciso de medalha? Vou ultrapassar!", referiu Ecclestone que não tem dúvidas que o sistema irá tornar o campeonato mais emotivo:"Penso que o busílis da questão tem a ver com o facto de um piloto poder vencer o Mundial de F1, sem vencer uma única corrida. Portanto, por todas estas razões, espero que o Conselho Mundial ratifique esta questão, já para o próximo ano."Quando questionado relativamente à possibilidade de um piloto vencer por exemplo, seis corridas e desistir em todas as outras vencer o Mundial por troca com um que terminou todas as corridas em segundo, a resposta de Ecclestone foi célere: "Azar! Tente novamente no próximo ano!". Relembre-se que neste esquema, o campeão de 2008 tinha sido Felipe Massa e não Lewis Hamilton.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 11:30:19 +0000</pubDate>
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      <title> Jogo da Vida - Nicole apresenta Hamilton aos sogros</title>
      <description>O campeão de F1, Lewis Hamilton, vai voar para os EUA para conhecer os pais da namorada, Nicole Scherzinger. A vocalista das Pussycat Dolls levará o piloto britânico a passar a Consoada com a sua família, no Kentucky. Será que o senhor Scherzinger aprova o genro?</description>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2008 02:55:20 +0000</pubDate>
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      <title> Jogo da Vida - Pink quer conhecer Hamilton</title>
      <description>A popularidade do campeão do Mundo de F1 está em alta na área musical. Lewis Hamilton conquistou o coração de Nicole Scherzinger, mas a vocalista das Pussycat Dolls não é a única enfeitiçada pelo piloto britânico. A cantora norte-americana Pink afirmou que considera Hamilton um homem sexy e adorava ter um encontro com ele. Nicole não vai gostar...</description>
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      <pubDate>Sun, 23 Nov 2008 01:55:14 +0000</pubDate>
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      <title>Mark Webber já operado está livre de perigo</title>
      <description>O piloto australiano de Fórmula 1 Mark Webber foi hoje operado a uma fractura na perna direita, para colocar um parafuso, após ter colidido com um veículo todo-o-terreno quando alinhava de bicicleta numa corrida de beneficência na Tasmânia. A cirurgia está terminada, foi colocado um parafuso e a recuperação vai começar, disse à agência Associated Press o director da prova multi-desportiva Mark Webber Pure Tasmania Challenge, Geoff Donohue, adiantando que o piloto da Red Bull vai permanecer no hospital pelo menos durante três dias. Donohue, que falou com o piloto australiano antes da operação, garantiu, no entanto, que o período de internamento de Webber não vai chegar a uma semana. Ele já está a pensar na sua reabilitação, disse. O piloto da Red Bull circulava de bicicleta numa estrada perto do histórico Port Arthur, no Sudeste da Tasmânia, quando foi colhido por um veículo todo-o-terreno, disse o chefe da polícia da Tasmânia, Jon Ford. "Como resultado da colisão, o ciclista, Mark Webber, sofreu ferimentos graves, mas não corre perigo de vida", afirmou, adiantando que o piloto "foi assistido no local por paramédicos em serviço no evento" antes de ser transportado de helicóptero para o Royal Hobart Hospital. Ford referiu que o piloto participava no evento por si organizado, denominado Mark Webber Pure Tasmania Challenge, que envolve diversos tipos de veículos, incluindo bicicletas de montanha. O chefe da polícia declarou ainda que o evento decorria em vias públicas, desconhecendo-se se a estrada onde ocorreu o acidente estava fechada especificamente para os participantes na corrida. A Red Bull já iniciou a preparação para o Mundial de Fórmula 1 de 2009, que começa em Março e, segundo Donohue, o acidente vai impedir Webber de participar na primeira fase da pré-época, pois o terá um período de recuperação de pelo menos seis semanas. Com um total de 21 pontos, Mark Webber foi 11º classificado no Campeonato do Mundo de pilotos deste ano, ganho pelo britânico Lewis Hamilton, da McLaren-Mercedes.</description>
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      <pubDate>Sat, 22 Nov 2008 14:25:20 +0000</pubDate>
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      <title>Mark Weber gravemente ferido quando participava de bicicleta numa corrida de beneficência</title>
      <description>O australiano Mark Webber sofreu hoje múltiplas fracturas nos braços e pernas ao ser colhido por um jipe durante uma corrida de beneficência na Tasmânia, em que participava de bicicleta, anunciou a polícia australiana. O piloto da Red Bull circulava  numa estrada perto de Port Arthur quando foi colhido por um veículo 4x4, disse o chefe da polícia da Tasmânia, Jon Ford. "Como resultado da colisão, o ciclista, Mark Webber, sofreu graves ferimentos, mas não corre perigo de vida", afirmou. Segundo Jon Ford, Webber "foi assistido no local por paramédicos em serviço no evento" antes de ser transportado de helicóptero para o Royal Hobart Hospital. Ford referiu que o piloto de Fórmula 1 participava no evento por si organizado, denominado "Mark Webber Pure Tasmania Challenge", que envolve diversos tipos de veículos, incluindo bicicletas de montanha. O chefe da polícia disse ainda que o evento decorria em vias públicas, desconhecendo-se se a estrada onde ocorreu o acidente estava fechada especificamente para os participantes na corrida. A Red Bull já iniciou a preparação da nova época de Fórmula 1 e o acidente de hoje poderá ter um grande impacto na preparação de Mark Webber para a temporada que se inicia em Março de 2009. Mark Webber classificou-se este ano em 11º lugar no campeonato mundial de pilotos, com 21 pontos, que foi ganho pelo britânico Lewis Hamilton, da McLaren-Mercedes.</description>
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      <pubDate>Sat, 22 Nov 2008 10:55:13 +0000</pubDate>
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      <title>Medalha de Mourinho arrematada por 30 mil euros</title>
      <description>Uma medalha ganha por José Mourinho no Chelsea foi arrematada hoje por 30.000 euros num leilão em Inglaterra, o mais alto preço pago entre centenas de objectos ligados ao desporto. A medalha foi o prémio pela segunda vitória consecutiva de Mourinho na Primeira Liga inglesa, pelo Chelsea, em 2005/06, e estava avaliada entre 18 e 22.000 libras (21 e 26.000 euros). A licitação final foi de 18.000 libras (21,2 mil euros), valor ao qual é somado um prémio obrigatório de 20 por cento, que coloca o preço em 21,6 mil libras (25,5 mil euros). Se for acrescentado o IVA devido (17,5 por cento), o comprador, cuja identidade não foi revelada, gastou 25,38 mil libras (cerca de 30.000 euros). Um perito em objectos de colecção relacionados com o desporto disse à Agência Lusa, antes do leilão, que o preço alto reflecte a raridade do artigo. As medalhas da Primeira Liga são muito raras pela simples razão de que os jogadores de qualidade que jogam a Primeira Liga não têm a pressão de vender, frisou o responsável pela venda, Dan Davies. A razão pela qual a medalha apareceu à venda foi porque, na altura, o então treinador dos bleus José Mourinho optou por lançá-la para a bancada dos adeptos, a 29 de Abril de 2006, após ganhar 3-0 ao rival clube Manchester United. O adepto do Chelsea Sebastian Kayll, que colocou agora a medalha à venda, conseguiu agarrá-la antes dos outros vizinhos de bancada do estádio Stamford Bridge. O facto de o gesto de Mourinho ter sido bastante publicitado na comunicação social aumentou o valor do objecto, realçou Davies. O leilão foi realizado pela leiloeira Bonhams e teve lugar em Chester, no Norte de Inglaterra, onde estiveram à venda cerca de 818 objectos, mas dos quais apenas uma parte foi vendida. Entre os objectos ligados ao desporto, como troféus, livros, fotografias, posters e postais autografados, estava um programa da final da Taça dos Campeões Europeus de 1968, conquistada pelo Manchester United frente ao Benfica, avaliado entre 200 e 300 libras (236 e 354 euros). O programa, que tinha o autógrafos dos jogadores ingleses red devils, como George Best e Bobby Charlton, e do pantera negra Eusébio, Bota de Ouro daquele ano, foi arrematado por 372 libras (440 euros). A outra estrela do leilão, além da medalha de José Mourinho, era um casaco que pertenceu ao actual campeão de Fórmula 1, Lewis Hamilton, assinado pelo próprio e avaliado entre oito e 10 mil libras (9,5 mil e 12 mil euros), mas que não foi vendido. A licitação mais alta do conjunto dos lotes foi obtida pela medalha que pertenceu ao uruguaio José Nasazzi, capitão da selecção nacional que venceu o Campeonato do Mundo de 1930. Estava avaliada por entre 25 e 30 mil libras (29 mil e 35 mil euros) e foi vendida por 34 mil euros.</description>
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      <pubDate>Wed, 19 Nov 2008 17:11:21 +0000</pubDate>
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