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    <title>Destakes - (g8)</title>
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      <title>destakes.com</title>
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      <title>Crise financeira também atinge o G8 de África</title>
      <description>O presidente do Gabão considerou, em Luanda, durante a cimeira da Comissão do Golfo da Guiné, que as múltiplas crises financeiras e os conflitos regionais difultam o desenvolvimento dos países que integram este organismo.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 00:30:00 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Berlusconi defende existência do G8 face ao G20</title>
      <description>O chefe do Governo italiano, Sílvio Berlusconi, defendeu hoje a existência do G8, grupo dos países mais industrializados mais a Rússia, que será presidido por Roma em 2009, face ao grupo alargado do G20.</description>
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      <pubDate>Sun, 16 Nov 2008 15:40:00 +0000</pubDate>
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      <title>Itália: Berlusconi defende existência do G8 face ao G20</title>
      <description>"A partir de 01 de Janeiro, teremos a presidência do G8, que não será apagada pelo G20. Na realidade, alguns problemas devem ser discutidos pelos países que são democracias realizadas, enquanto outros...</description>
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      <pubDate>Sun, 16 Nov 2008 15:25:01 +0000</pubDate>
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      <title>Itália: Berlusconi defende existência do G8 face ao G20</title>
      <description>O chefe do Governo italiano, Sílvio Berlusconi, defendeu hoje a existência do G8, grupo dos países mais industrializados mais a Rússia, que será presidido por Roma em 2009, face ao grupo alargado do G20.</description>
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      <pubDate>Sun, 16 Nov 2008 15:17:09 +0000</pubDate>
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      <title>Berlusconi defende existência do G8 face ao G20</title>
      <description> O chefe do Governo italiano, Sílvio Berlusconi, defendeu hoje a existência do G8, grupo dos países mais industrializados mais a Rússia, que será presidido por Roma em 2009, face ao grupo alargado do G20.</description>
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      <title>Itália: Berlusconi defende existência do G8 face ao G20</title>
      <description>O chefe do Governo italiano, Sílvio Berlusconi, defendeu hoje a existência do G8, grupo dos países mais industrializados mais a Rússia, que será presidido por Roma em 2009, face ao grupo alargado do G20.</description>
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      <pubDate>Sun, 16 Nov 2008 14:08:58 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Lula da Silva defende fim de G8</title>
      <description>O presidente brasileiro Lula da Silva defendeu o fim do G8 e a sua substituição pelo G20. No final da cimeira do G20, em Washington, o presidente dos EUA, George W. Bush, disse que os participantes neste encontro tinham concordado em tornar os mercados financeiros mais transparentes.</description>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 22:42:00 +0000</pubDate>
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      <title>Lula da Silva defende fim de G8</title>
      <description>O presidente brasileiro Lula da Silva defendeu o fim do G8 e a sua substituição pelo G20. No final da cimeira do G20, em Washington, o presidente dos EUA, George W. Bush, disse que os participantes neste encontro tinham concordado em tornar os mercados financeiros mais transparentes.</description>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 22:42:00 +0000</pubDate>
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      <title>Presidente brasileiro defende G20</title>
      <description>"O G8 já não tem razão de existir"</description>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 21:24:43 +0000</pubDate>
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      <title>G20: Presidente brasileiro defende fim do G8</title>
      <description>Luiz Inácio Lula da Silva falava à saída de um encontro com o homólogo e anfitrião norte-americano George W.Bush e outros líderes participantes na cimeira do G20 em Washington."O G8 já não tem razão d...</description>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 20:30:01 +0000</pubDate>
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      <title>Lula da Silva defende fim do G8</title>
      <description>O presidente brasileiro declarou este sábado que o grupo dos países mais industrializados do mundo (G8) "já não é relevante", devendo assumir o seu lugar o G20 -incluindo as economias emergentes -, responsável por 90 por cento da economia global.</description>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 20:22:00 +0000</pubDate>
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      <title>G20: Presidente brasileiro defende fim do G8</title>
      <description>O presidente brasileiro declarou hoje que o grupo dos países mais industrializados do mundo (G8) "já não é relevante", devendo assumir o seu lugar o G20 -incluindo as economias emergentes -, responsável por 90 por cento da economia global.</description>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 20:20:31 +0000</pubDate>
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      <title>G20: Presidente brasileiro defende fim do G8</title>
      <description> O presidente brasileiro declarou hoje que o grupo dos países mais industrializados do mundo (G8) «já não é relevante», devendo assumir o seu lugar o G20 -incluindo as economias emergentes -, responsável por 90 por cento da economia global.</description>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 20:20:00 +0000</pubDate>
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      <description>O presidente brasileiro declarou hoje que o grupo dos países mais industrializados do mundo (G8) "já não é relevante", devendo assumir o seu lugar o G20 -incluindo as economias emergentes -, responsável por 90 por cento da economia global.</description>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2008 18:34:02 +0000</pubDate>
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      <title>G20: Presidente de Comissão Europeia não espera "milagre"</title>
      <description>O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, não está à espera de um "milagre" na cimeira dos G20, que começa hoje em Washington, mas vê no encontro o "início de um processo" para enfrentar a crise financeira. "Não devemos esperar, no imediato, um milagre neste encontro, que foi uma ideia europeia, mas vê-lo como o início de um processo que deve traçar um programa completo", disse Barroso em entrevista hoje divulgada pelo diário alemão Suddeutsche Zeitung, citada pelas agências noticiosas."É claro que se espera que sejam tomadas decisões concretas. Por exemplo, devemos atribuir mais competências ao Fundo Monetário Internacional", e fazer com que qualquer "instituição financeira importante possa ser efectivamente controlada", adiantou.Constatando que a Europa está "à beira de uma profunda recessão", o presidente da Comissão Europeia considera que os Estados membros devem colocar em prática "imediatamente" medidas de apoio à economia real na forma de uma "caixa de ferramentas2 semelhante à criada para apoiar o sistema financeiro.A cimeira do G20, em Washington, reúne o G8 (Alemanha, França, EUA, Japão, Canadá, Itália, reino Unidos e Rússia), a União Europeia, 11 países emergentes (Argentina, Austrália, Arábia Saudita, África do Sul, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México, Turquia).A França cedeu à Espanha um dos seus dois lugares porque exerce a presidência rotativa da UE.</description>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2008 08:41:45 +0000</pubDate>
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      <title>Primeiro-ministro holandês também estará presente em Washington na reunião dos G20 a 15 de Novembro</title>
      <description>O primeiro-ministro holandês, Jan Peter Balkenende, vai participar na cimeira para reformar o sistema financeiro mundial a 15 de Novembro, em Washington, "a convite" de Nicolas Sarkozy, presidente em exercício da União Europeia (UE), foi hoje anunciado. O primeiro-ministro holandês "participará a 15 de Novembro na cimeira do G20 em Washington, organizada por George W. Bush", indica um comunicado do gabinete do chefe de governo holandês. "O primeiro-ministro participa a pedido do presidente Sarkozy, o presidente em exercício da União Europeia. A Holanda ocupa a décima sexta posição na economia mundial, com o sistema financeiro no sétimo lugar da ordem mundial", adianta o comunicado.A Holanda não deveria teoricamente estar presente na cimeira porque apenas os países do G20 - os grandes países industrializados do G8 e os grandes países emergentes - foram convidados para Washington. A França já tinha convidado a Espanha, que não é membro do G20, para participar na cimeira, durante a qual deverá ocupar um dos cinco lugares da UE ao lado da Alemanha, França, Itália e Reino Unido.</description>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2008 10:10:35 +0000</pubDate>
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      <title>Banco Africano de Desenvolvimento defende solução global para crise</title>
      <description>O presidente do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), Donald Kaderuka, defendeu hoje que a resposta de África à crise financeira mundial tem que ser "global, coordenada e inclusiva".Falando em Tunes na abertura de um seminário que reúne ministros das finanças e governadores de bancos centrais de cerca 30 países do continente mais pobre, Kaderuka disse que as nações africanas têm que "agarrar as oportunidades que surgirem para tirarem o povo de pobreza"."Esta não é a altura para rejeitar a globalização (...) os países africanos têm que estar empenhados, agarrarem as oportunidades que surgirem para tirarem o nosso povo da pobreza e, ao mesmo tempo, fazer com que a nossa voz seja seriamente ouvida, na busca da forma como melhor gerir o capitalismo global", disse Kaderuka.Na capital tunisina, os líderes financeiros africanos procuram uma posição conjunta para ser levada à cimeira de Washington do G20 a 15 de Novembro, numa altura em que a crise financeira começa a fazer sentir-se em África.Antes da crise financeira, as economias do continente cresciam a uma média de 6,5% mas as actuais estimativas do Banco Africano de Desenvolvimento baixaram-nas para 5%."Os países mais fracos e encurralados serão os que sofrerão mais para manter a performance económica e para ultrapassar a crise", advertiu Kaderuka.O G20 compreende os membros do G8, mais a África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, China, Coreia do Sul, Índia, Indonésia, México e Turquia e UE (representada pelo seu Presidente em exercício).</description>
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      <pubDate>Wed, 12 Nov 2008 10:25:49 +0000</pubDate>
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      <title>Sarkozy frisa a necessidade de coordenar políticas económicas</title>
      <description>O Presidente francês e líder da União Europeia, Nicolas Sarkozy, voltou hoje a frisar a necessidade de "coordenar as políticas económicas" europeias, embora admita que é "um assunto que irrita", em declarações na abertura da cimeira europeia em Bruxelas."Mantenho que, face à crise económica, a coordenação das políticas económicas é uma obrigação urgente. Não há alternativa a compreendermo-nos, a escutarmo-nos e tentarmos juntos preservar o crescimento", declarou o presidente em exercício da UE no discurso do 50º aniversário da Comissão Europeia e do 120º aniversário de nascimento de Jean Monet, um dos fundadores da Europa."Essa coordenação pode assumir a forma que se quiser, mas tem de haver uma coordenação", acrescentou Sarkozy, que falava na abertura da cimeira informal de chefes de Estado e de governo consagrada à crise financeira internacional.O Presidente francês admitiu todavia que a questão é polémica na UE, onde a Alemanha, designadamente, se opõe a uma grande coordenação das políticas europeias."Sei que, nos aniversários, não devemos falar de assuntos que irritam, mas o que irrita é o que interessa", disse ironicamente antes de abordar a questão.A Alemanha recusou esta semana "uma resposta internacional coordenada aos desafios macroeconómicos futuros" por recear a criação de um governo económico europeu que possa pôr em causa a actual independência do Banco Central Europeu (BCE) em relação ao sistema político dos 27.O presidente do Parlamento Europeu, o alemão Hans-Gert Poettering, referiu-se à falta de consenso sobre a ideia de Sarkozy nas declarações que fez à imprensa à entrada para a cimeira."A expressão governo económico suscita mal-entendidos porque dá a sensação de que os Estados-membros (da UE) deixarão de ter uma palavra a dizer" na condução das políticas, disse Poettering, acrescentando no entanto que reconhece a necessidade de uma coordenação.Na sua intervenção, Sarkozy deu também a entender que a França vai ceder um dos dois lugares de que dispõe na Cimeira de Washington ao afirmar que "um pouco mais" que quatro países europeus estarão presentes."Quem poderia pensar que agora que a Europa é a 27 nós poderíamos estar simplesmente representados porque quatro de nós e um pouco mais - falaremos disso - foram convidados para a Cimeira de Washington?", questionou Sarkozy.A Espanha não deveria participar em teoria na Cimeira de Washington que reúne o G20 - os grandes países industrializados do G8 e os grandes países emergentes. Os países da UE convidados são a França, o Reino Unido, a Itália e a Alemanha, todos membros do G7.</description>
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2008 16:17:48 +0000</pubDate>
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      <title>Itália promete "Super G14" para administrar economia mundial</title>
      <description>Catorze países vão reunir-se regularmente para tentar dar um novo rumo à economia mundial durante o ano que vem, período em que a Itália terá a Presidência do G8 (o grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia), disse o primeiro ministro italiano, Silvio Berlusconi.</description>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2008 14:48:00 +0100</pubDate>
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      <title>Sarkozy propõe reunião dos líderes europeus para preparar cimeiras internacionais</title>
      <description>O Presidente francês anunciou hoje em Estrasburgo que vai propor uma reunião dos chefes de Estado e de governo da União Europeia para preparar as posições da Europa nas próximas cimeiras internacionais sobre a crise financeira.Nicolas Sarkozy, presidente em exercício do Conselho da UE, falava perante o Parlamento Europeu, num debate sobre os resultados da Cimeira de líderes europeus realizada na semana passada em Bruxelas, e que se centrou na resposta europeia à crise dos mercados financeiros.Insistindo na necessidade de a Europa se bater, a uma só voz, por uma "refundação do capitalismo mundial", o chefe de Estado francês disse ser sua intenção reunir os líderes dos 27 para preparar as cimeiras internacionais, já acordadas com os Estados Unidos, e que deverão ser estendidas a outras potências mundiais.No passado sábado, num encontro em Camp David (EUA), através do Presidente George W.Bush, e a Europa, representada por Sarkozy e pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, chegaram a acordo sobre a realização de uma série de cimeira internacionais para "responder às dificuldades com que se confronta a economia mundial", a primeira das quais deverá realizar-se já dentro de um mês, em meados de Novembro.Hoje, perante o hemiciclo de Estrasburgo, Sarkozy defendeu que nas cimeiras deverão participar as nações do G8 - os sete países mais industrializados do Mundo (Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, Japão), mais a Rússia -, e também do G5, as potências económicas emergentes (Brasil, China, Índia, México e África do Sul).O Presidente francês assegurou aos eurodeputados que a Europa vai apresentar e defender nessas cimeiras ideias para uma nova regulação dos mercados financeiros, de modo a que nunca mais suceda uma crise como a presente.</description>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2008 02:24:50 +0100</pubDate>
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