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    <title>Destakes - (facebook)</title>
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      <title>destakes.com</title>
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      <title>Restaurante apanha caloteiros no Facebook</title>
      <description>Pertencer a uma rede social nem sempre pode ser bom. Que o diga um grupo de jovens que saiu de um restaurante sem pagar e foi apanhado depois do dono do estabelecimento ter localizado os seus perfis no Facebook;</description>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 18:13:47 +0000</pubDate>
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      <title>Saíram sem pagar mas foram apanhados graças ao Facebook</title>
      <description>Cinco rapazes que deixaram por pagar uma conta de mais de 330 euros em restaurante foram reconhecidos graças a rede social.</description>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2008 16:38:00 +0000</pubDate>
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      <title>Torke gere marketing pessoal de Bruno Pereira</title>
      <description>A Torke 2.0, divisão da Torke Guerrilha, vai gerir todas as acções de marketing pessoal do apresentador Bruno Pereira, do programa Geração High Tech, do canal MOV. Segundo explicou ao briefing o director-geral da agência, André Rabanéa, a agência vai criar uma campanha «a la Barack Obama, onde a nova marca Bruno Pereira TV estará presente no Hi5, Facebook, Twitter, Flickr, YouTube, Moglus e BrightKite». «É um projecto aliciante porque será o primeiro de marketing pessoal na internet que conheço em Portugal. Os conceitos que vamos apresentar são diferentes e com certeza que serão um sucesso», revelou ao briefing. Bruno Pereira é apresentador e autor do programa Geração High Tech, que celebra dia 6 de Dezembro um ano de emissões.</description>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2008 19:43:24 +0000</pubDate>
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      <title>Spammer do Facebook tem de pagar 873 milhões</title>
      <description>Adam Guerbuez foi condenado a pagar 873 milhões de dólares por espalhar spam na rede. É a multa mais pesada de sempre, mas o Facebook não esta à espera de a receber na totalidade.</description>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2008 10:39:45 +0000</pubDate>
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      <source url="http://www.exameinformatica.clix.pt">Exame Informática</source>
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      <title>648 milhões de euros por enviar spam no Facebook</title>
      <description>Um canadiano foi condenado a uma multa pesada por enviar milhões de mensagens indesejadas aos utilizadores da rede social.</description>
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      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 18:09:00 +0000</pubDate>
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      <title>Facebook recebe indeminização histórica de 673 milhões de euros</title>
      <description>A rede social Facebook ganhou uma acção judicial contra um utilizador que utilizou o site para propagar spam. A vitória em Tribunal rendeu-lhe cerca de 673 milhões de euros, a já considerada maior indemnização do género ;</description>
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      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 16:47:03 +0000</pubDate>
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      <title>Facebook ganha luta contra  spam</title>
      <description>A rede social saiu vitoriosa de um julgamento que a colocava frente a frente com um spammer que utilizou o Facebook para distribuir milhões de mensagens de correio não solicitado ao longo de meses.</description>
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      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 16:15:00 +0000</pubDate>
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      <title>Facebook pode vir a comprar o Twitter</title>
      <description>O site de «microblogging» Twitter pode vir a ser adquirido pelo Facebook;</description>
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      <pubDate>Tue, 25 Nov 2008 15:58:03 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Membro do juri partilha detalhes de julgamento no Facebook</title>
      <description>No Reino Unido uma mulher foi dispensada de ser juri num julgamento por divulgar pormenores numa rede social.</description>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2008 22:21:00 +0000</pubDate>
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      <title>Jurada partilha detalhes de julgamento no Facebook</title>
      <description>No Reino Unido uma mulher foi dispensada de ser júri num julgamento por divulgar pormenores numa rede social.</description>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2008 22:21:00 +0000</pubDate>
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      <title>Facebook afinal não vai comprar Twitter</title>
      <description>Os rumores de aquisição do Twitter pelo site de Mark Zuckerberg parece que não se vão concretizar.</description>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2008 20:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Simon Silvester: «As marcas clássicas talvez nunca descubram como utilizar as redes sociais»</title>
      <description>As marcas clássicas de bens de consumo, que nasceram nos anos 50 e que se tornaram conhecidas devido à televisão e aos segundos de 30 segundos, talvez nunca consigam adaptar-se ao ambiente das redes de relacionamento social, como o Hi5, Facebook ou YouTube. A conclusão é de Simon Silvester, director de planeamento da Young &amp; Rubicam e Wunderman para a região EMEA (Europa, Médio Oriente e África) e especialista em marketing digital. «A maioria das marcas clássicas ainda não descobriu como utilizar as redes de relacionamento social eficazmente e talvez nunca descubra. A maioria dessas marcas foram inventadas nos anos 50 por causa de um meio de comunicação chamado televisão, [por isso] conseguem condensar as suas promessas em anúncios de 30 segundos. Não ficaria surpreendido que elas não se consigam adaptar a um ambiente como as redes de relacionamento social», explicou, em entrevista ao briefing. Silvester, que no ano passado escreveu o livro «How To Think Digital», dá o exemplo da Corn Flakes, da Kelloggs. «Não sei por que uma marca clássica, como os Corn Flakes, pode querer anunciar nas redes de relacionamento social. Neste caso, acho que os mass media continuariam a ser uma forma eficaz de uma marca comunicar», continuou. No entanto, e para o responsável, que esteve em Portugal no final da semana passada, as redes de relacionamento social ainda são «potencialmente, um media muito forte e influente», sobretudo para produtos ou serviços de nichos, que têm «maiores margens» mas que se passassem na televisão iriam ser ignorados por 99% dos consumidores. «Por isso é que, [na Wunderman], passamos muito do nosso tempo a tentar perceber como utilizar esta ferramenta e a fazer experiências com ela». Questionado sobre a recente afirmação de Ted McConnell, um dos principais marketeers da Procter &amp; Gamble, que disse que as marcas não tinha direito a tirar partido das conversas dos seus consumidores no Facebook e que os anunciantes eram «arrogantes» ao faze-lo, Silvester concordou. «Concordo completamente, até pela minha própria experiência no Facebook. Detesto receber informações que não quero ler. Mas, como tudo na publicidade, se tiver algo que os consumidores queiram, é positivo», revelou. O problema, segundo Silvester, é que os marketeers «ainda não sabem utilizar esta ferramenta». «Sabemos que as redes de relacionamento social são um sistema altamente influenciador, mas tem havido algumas ideias que correram mal [nestes sites]», concluiu.</description>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2008 11:14:56 +0000</pubDate>
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      <title>Já pode encomendar pizzas no Facebook</title>
      <description>Empresa americana inova no contacto com os seus consumidores</description>
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      <pubDate>Sun, 23 Nov 2008 12:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>NBC cria jogo de perguntas com vídeos para o Facebook</title>
      <description>O canal de televisão NBC News desenvolveu um jogo de perguntas exclusivo para o Facebook, baseado no seu arquivo de vídeos;</description>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2008 16:57:25 +0000</pubDate>
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      <title>Marketeer da P&amp;G diz que é «arrogante» anunciar nas redes de relacionamento social</title>
      <description>O responsável pelo marketing da Procter &amp; Gamble (P&amp;G), Ted McConnell, admitiu ontem que as empresas não deveriam anunciar em redes de relacionamento social como o Facebook, porque não têm direito a tirar partido das conversas dos seus clientes. Citado pelo Brand Republic, o director-geral da P&amp;G para o marketing interactivo e inovação disse que os marketeers não deveriam «raptar» os seus clientes e que pagar para anunciar em plataformas de relacionamento social era «arrogante». «Quem é que disse que isto é media? Media é algo que podemos comprar e vender. Os Media têm um inventário. Os media têm espaços em branco. Os consumidores não estão a tentar gerar conteúdos, eles estão a tentar falar com alguém», referiu. «Parece-me um pouco arrogante. Primeiro tentamos raptar as suas conversas, os seus pensamentos e depois tentamos tirar partido disso», continuou o responsável, dizendo que acha que a sua empresa não deveria continuar a comprar banners no Facebook. Ainda assim, McConnell aplaudiu a capacidade do Facebook em garantir publicidade direccionada, mas questionou o direito dos marketeers em tomar partido das informações armazenadas online. «A publicidade direccionada é fantástica, podemos fazer coisas realmente espantosas, mas não tenho a certeza que queira ser atingido desta forma. Não acredito que tudo o que um consumidor diga e escreve a outro possa ser utilizado, com vantagens, pela indústria dos media».</description>
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      <pubDate>Wed, 19 Nov 2008 11:42:27 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Rede social bane perfis neonazis das suas páginas</title>
      <description>A rede social Facebook desactivou vários perfis de neonazis de origem italiana. Estas páginas eram utilizadas para difundir e instigar comportamentos violentos contra a raça cigana;</description>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2008 15:39:19 +0000</pubDate>
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      <title>As dicas da WPP para superar a crise</title>
      <description>Aumentar o investimento em marketing digital e nas redes de relacionamento social e melhorar os programas de fidelização são os conselhos da WPP para a indústria conseguir ultrapassar a crise. Estas foram as principais conclusões de uma sessão especial organizada pela empresa de Martin Sorrell, em Nova Iorque, para avaliar soluções para o mercado publicitário durante a crise financeira. «A maior parte dos profissionais desta indústria ainda não percebeu a magnitude desta recessão e o quão forte ela vai bater no primeiro e segundo trimestres do próximo ano», avisou John Quelch, professor da Harvard Business School e membro do conselho de administração da WPP. Citado pelo Adage.com, Quelch revelou ainda que este período de crise «irá ser muito severo e [os profissionais da indústria] ainda não perceberam que será uma longa e profunda [crise].» Para além de Quelch, o painel juntou nomes como Michael Kelley, partner da PricewaterhouseCoopers, Marylee Sachs, directora global de marketing de consumo da Hill &amp; Knowlton, Rob Norman, CEO da GroupM Interaction e Jan Jacobs, CEO da Johannes Leonardo. Sachs disse que a Hill &amp; Knowlton estava atenta a «várias oportunidades» neste período, sobretudo ao nível do social networking. «[Gostaria de ver os meus clientes a deixarem de fazer apenas experiências no online] e fazer, isso sim, um esforço real e significativo neste meio».  «As mensagens com o foco na família e amigos são muito importantes e é por isso que nesta recessão vamos ver inúmeros avanços no MySpace, Facebook, YouTube e LinkedIn. Todos estes sites têm como tema o networking e é isso que as pessoas querem fazer quando há incerteza acerca do seu futuro», referiu John Quelch. Para além do marketing digital, também os eventos são vistos, por este painel da WPP, como formas interessantes para os anunciantes se «relacionarem» com os consumidores. Finalmente, os programas de «loyalty marketing» também são vistos como essenciais para este período económico difícil, sobretudo para empresas de retalho, transportadoras aéreas e de cartões de crédito. Em relação aos anunciantes, John Quelch referiu que existem três tipos: os que não vão investir um cêntimo, os que irão continuar a investir mas com uma estratégia de muito curto prazo, e os que têm estratégias de longo prazo e não sentiram pânico pela situação actual. Por outro lado, e ainda segundo Quelch, esta é uma boa altura para os marketeers «secarem o pântano» e livrarem-se dos produtos marginais e brand manageres que não estão a atingir os objectivos. E, sobretudo, proteger os seus produtos premium.</description>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2008 12:45:12 +0000</pubDate>
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      <title>Facebook expulsa grupos neonazis</title>
      <description>Depois do Facebook ter sido acusado por alguns políticos europeus de ser uma plataforma para o racismo, a rede social decidiu eliminar várias páginas da sua comunidade, usadas por grupos neonazis na Itália.</description>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2008 12:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Facebook remove páginas neo-nazis</title>
      <description>O Facebook informou na sexta-feira que removeu do seu site várias páginas utilizadas por neo-nazis italianos para incitar à violência, após políticos europeus terem acusado a rede social de aceitar uma plataforma para racistas.</description>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2008 14:57:47 +0000</pubDate>
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      <title>Novo tipo de vírus vira-se para redes sociais Facebook e MySpace</title>
      <description>Utilizadores foram atacados pelo worm Boface.G</description>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2008 13:00:00 +0000</pubDate>
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