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    <title>Destakes - (economia)</title>
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      <title>destakes.com</title>
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    <item>
      <title>Crise financeira: Garantia até 20 mil milhões serve para assegurar liquidez e dinamizar economia - Governo</title>
      <description>- O Governo vai prestar garantias até 20 mil milhões de euros às operações de financiamento dos bancos em Portugal, para melhorar o acesso à liquidez e, assim, ajudar a economia.</description>
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      <pubDate>Sun, 12 Oct 2008 15:15:19 +0100</pubDate>
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      <title>Crise financeira: Garantia até 20 mil milhões serve para assegurar liquidez e dinamizar economia - Governo</title>
      <description>- O Governo vai prestar garantias até 20 mil milhões de euros às operações de financiamento dos bancos em Portugal, para melhorar o acesso à liquidez e, assim, ajudar a economia.</description>
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      <pubDate>Sun, 12 Oct 2008 13:28:49 +0100</pubDate>
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    <item>
      <title>César: voto no PS garante «segurança da economia» dos Açores</title>
      <description>O líder do PS/Açores, Carlos César, defendeu sábado que o voto no partido, nas eleições regionais de 19 deste mês, garante aos Açores a «segurança da economia» das ilhas, numa altura de crise mundial.</description>
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      <pubDate>Sun, 12 Oct 2008 11:01:41 +0100</pubDate>
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      <source url="http://diariodigital.sapo.pt">Diário Digital</source>
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    <item>
      <title>Teixeira Pinto confiante de que banca portuguesa está imune à crise</title>
      <description>O antigo presidente do BCP, Paulo Teixeira Pinto, mostra-se convicto de que a banca portuguesa está imune à crise internacional, considerando mesmo que o sistema financeiro nacional é o segmento da economia com maior grau de sofisticação.</description>
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      <pubDate>Sun, 12 Oct 2008 10:51:00 +0100</pubDate>
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      <source url="http://www.tsf.pt">TSF - Economia</source>
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    <item>
      <title>César diz que voto no PS garante «segurança da economia» regional</title>
      <description>O líder do PS/Açores, Carlos César, defendeu hoje que o voto no partido, nas eleições regionais de 19 deste mês, garante aos Açores a «segurança da economia» das ilhas, numa altura de crise mundia;</description>
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      <pubDate>Sun, 12 Oct 2008 10:27:11 +0100</pubDate>
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      <source url="http://www.sol.pt">Sol - Política</source>
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    <item>
      <title>"Não há nenhuma razão para preocupações com os nossos bancos"</title>
      <description>Como é que os bancos  portugueses vão conseguiu lidar com esta crise que afectou os mercados financeiros internacionais?                                   O sistema financeiro português é certamente, de todos os segmentos da nossa economia, aquele que tem maior grau de sofisticação e que ()</description>
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      <pubDate>Sun, 12 Oct 2008 02:00:00 +0100</pubDate>
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      <source url="http://www.dn.pt">Diário de Notícias</source>
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    <item>
      <title>Os dias negros dos corretores da bolsa</title>
      <description>Do subprime ao caos do capitalismo global, como é que a economia de mercado está a afectar a economia das pessoas do mundo real? Há algo que se consiga ver para lá da cortina colectiva do pânico?</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 23:46:00 +0100</pubDate>
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      <source url="http://www.jn.pt">Jornal de Notícias</source>
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    <item>
      <title>Eurogrupo poderá decidir maior intervenção pública nos bancos</title>
      <description>A ministra francesa da Economia, Christine Lagarde, considerou, este sábado, que existirá «sem dúvida um debate» sobre a possibilidade de criar uma garantia das transacções entre os bancos na zona euro na reunião de domingo do Eurogrupo.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 21:45:00 +0100</pubDate>
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    <item>
      <title>Eurogrupo poderá debater possível garantia das transacções interbancárias</title>
      <description>A ministra francesa da Economia, Christine Lagarde, considerou, este sábado, que existirá «sem dúvida um debate» sobre a possibilidade de criar uma garantia das transacções entre os bancos na zona euro na reunião de domingo do Eurogrupo.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 21:45:00 +0100</pubDate>
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    <item>
      <title>Metas de consolidação devem aliviar</title>
      <description>José Sócrates preside, no domingo, a um Conselho de Ministros extraordinário que deverá finalizar o Orçamento do Estado para 2009. O documento deverá reduzir as metas da consolidação orçamental para aliviar a economia do País.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 20:31:23 +0100</pubDate>
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      <source url="http://www.tvi.iol.pt/informacao/">TVI - Informação</source>
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    <item>
      <title>Nobel Joseph Stiglitz defende fim de limitação de 3% para défice público na Zona Euro</title>
      <description>O prémio Nobel da Economia defendeu, este sábado, uma «solução comum para os países da Europa» fazerem fase à crise económica. A solução apresentada por Joseph Stiglitz passa pelo fim do «tecto» de 3 por cento para o défice público na Zona Euro.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 18:32:00 +0100</pubDate>
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    <item>
      <title>Crash de nervos</title>
      <description>Desalento, pânico, histerismo. Com a economia mundial em crise é à beira de um ataque de nervos que os investidores tentam tentam controlar as emoções.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 17:12:00 +0100</pubDate>
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      <source url="http://www.expresso.pt">Expresso</source>
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    <item>
      <title>França admite maior intervenção do Estado na banca</title>
      <description>A ministra francesa da Economia, Christine Lagarde, afirmou hoje que os chefes de Governo da zona euro deverão discutir domingo em Paris uma maior intervenção pública nos bancos para enfrentar a crise financeira mundial.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 16:26:00 +0100</pubDate>
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      <source url="http://www.publico.pt">Público - Geral</source>
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      <title>Baião: Concelho quer ter Centro de Estudos do Meio Rural</title>
      <description> O presidente da CÃ¢mara Municipal de BaiÃ£o e da Cooperativa Dolmen, JosÃ© LuÃ­s Carneiro, desafiou hoje professores universitÃ¡rios, entidades pÃºblicas e governantes a contribuÃ­rem para a criaÃ§Ã£o, em BaiÃ£o, de um Centro de Estudos do Meio Rural, integrado naquela que Ã© a cooperativa de desenvolvimento do Baixo TÃ¢mega. âEste Ã© o territÃ³rio ideal para criar uma estrutura que possa recolher, sistematizar e investigar informaÃ§Ã£o sobre o meio rural, porque se trata, porventura, do concelho que tem um lado rural mais preservado e intacto em todo o distrito do Portoâ, referiu, esta manhÃ£, o autarca, na abertura de um colÃ³quio intitulado âDesafios para uma Ruralidade com futuroâ. âTemos um tecido social que possui fortes ligaÃ§Ãµes com a economia e as tradiÃ§Ãµes rurais. Estas gentes, nÃ£o sÃ³ de BaiÃ£o como de todo o Baixo TÃ¢mega, do Douro Sul e do Vale do Sousa, podem constituir fontes muito importantes para a investigaÃ§Ã£o acadÃ©mica, mas tambÃ©m beneficiar, e muito, de investigaÃ§Ãµes e medidas inovadoras, que possam ser colocadas em prÃ¡tica, por exemplo, na agriculturaâ, afirmou. BaiÃ£o Ã© o terceiro maior concelho do Distrito do Porto e o maior em termos de Ã¡rea florestal (63 por cento da Ã¡rea do concelho Ã© floresta), fazendo fronteira com Amarante e Marco de Canaveses â respectivamente o maior e o segundo maior concelhos do distrito. O autarca, que falava perante estudiosos do desenvolvimento rural, provenientes da Universidade do Porto, da Universidade de TrÃ¡s-os-Montes e Alto Douro e do Instituto Superior de CiÃªncias Sociais e do Turismo, destacou ainda a localizaÃ§Ã£o geogrÃ¡fica de BaiÃ£o como potenciadora de parcerias: âTemos um acesso muito rÃ¡pido Ã  Ãrea Metropolitana do Porto, Ã  zona de Braga e a TrÃ¡s-os-Montes. Isso pode facilitar a criaÃ§Ã£o de parcerias e sinergias com universidadesâ.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 16:22:27 +0100</pubDate>
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      <source url="http://www.averdade.com">A Verdade</source>
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      <title>Douro: Santa Marta de Penaguião acolhe cada vez mais romenos para trabalhar nas vindimas</title>
      <description>(Lusa) - Os romenos Luciano e Oana vivem legalizados em Santa Marta de Penaguião, ao contrário da maioria dos seus conterrâneos que vêm de propósito da Roménia para as vindimas no Douro e nunca chegam a regularizar a sua situação. Santa Marta de Penaguião, que foi durante décadas um concelho de emigração, acolhe agora o fenómeno inverso e tornou-se num território de imigração. Ninguém sabe ao certo quantos romenos estão espalhados por este concelho, o número apontado varia entre os 200 ou os 400, na época das vindimas, período em que há mais trabalho e se ganha melhor. Este elevado número de imigrantes instalados em Santa Marta de Penaguião poderá estar relacionado com o facto de existirem vários empreiteiros agrícolas neste concelho. Luciano, 24 anos, chegou ao Douro há seis anos, trazido por um irmão mais velho que já trabalhava em Santa Marta de Penaguião. Veio para trabalhar nas vinhas, mas chegou a ir até ao Porto para as obras, a ganhar apenas 15 euros por dia. Nas primeiras férias na terra Natal, regressou casado com Oana, 20 anos, e hoje já têm um bebé, o Alexandre, de sete meses, que nasceu em Portugal. "Aqui tenho amigos. Aos domingos vou jogar à bola com os romenos e portugueses. É quase como se estivesse na Roménia", afirmou à Agência Lusa. Luciano diz que foi bem aceite pela população de Santa Marta de Penaguião, mas lembra que já trabalhou para alguns patrões que não pagaram. "No mês de Agosto, há dois anos, trabalhei numa obras numa quinta do Pinhão, durante onze horas por dia, e o patrão ainda não pagou", referiu. O imigrante ganha uma média de "30 euros por dia, às vezes menos". "Depende do patrão", salientou. Porque diz que são muitas as despesas para pagar - "só de renda de casa são 350 euros" -, Luciano diz que a permanência da sua família no Douro está dependente de se "houver ou não trabalho". Muitos dos romenos vêm para o Douro apenas para a época das vindimas, em grupos que fazem lembrar as tradicionais rogas das vindimas. Antigamente, as rogas, ranchos de homens e mulheres, desciam das montanhas para o corte das uvas e a pisa nos lagares na região duriense. Miguel, 16 anos, veio de propósito às vindimas "ganhar dinheiro" para prosseguir os estudos na Roménia, para onde regressa na próxima semana. Já há três anos que o jovem faz a viagem de "três dias e três noites" em autocarro para cortar uvas no Douro. Tal como Miguel, são muitos os que se deslocam de propósito ao Douro por um curto período de tempo e, por isso mesmo não chegam a regularizar a sua situação. Muitos também desconhecem que, desde que a Roménia integrou a União Europeia, a regularização em Portugal se tornou mais fácil. Por isso mesmo, preferem esconder-se, não se deixam fotografar ou filmar e fecham as portas de casa quando são abordados pelos jornalistas. Francisco Almeida, representante dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), diz que, "com um simples procedimento administrativo", os romenos conseguem regularizar a sua situação. Ou seja, "basta fazerem uma inscrição no SEF, apresentarem um contrato de trabalho e estarem inscritos na Segurança Social". O problema, afirma Gabriel, de 30 anos, é que "os patrões recusam-se a fazerem o contrato de trabalho". Este romeno chegou a Santa Marta de Penaguião há quatro anos, em busca de melhores condições de vida para o filho de seis anos que deixou na Roménia. Depois das vindimas, Gabriel diz que vai trabalhar para as obras onde afirma que recebe "30 euros" a fazer o trabalho de artista, enquanto os colegas portugueses recebem "40 ou até mesmo 50 euros". Este imigrante acrescenta ainda que, em alguns casos, são os "próprios romenos, que trazem outros romenos para Portugal e depois os exploram". "Há casos em que o patrão paga 30 euros a cada trabalhador, mas esse romeno, que trouxe o grupo para cá, só lhes entrega 25 euros ou 20 euros", salientou. O presidente da Câmara de Santa Marta de Penaguião, Francisco Ribeiro, diz que a maior parte dos romenos ganha tanto como os locais nos trabalhos agrícolas. O problema, aponta, está relacionado com a habitação. "A vinda de tanta gente para uma terra tão pequena teve os seus reflexos principalmente nas casas, que escasseiam. É neste aspecto que se revelam alguns casos de exploração", salientou. O autarca fala em casos de "rendas muito altas" e de "vários romenos acumulados em espaços exíguos". Os imigrantes espalham-se essencialmente pela vila de Santa Marta de Penaguião e pelas aldeias de São João de Lobrigos e de São Miguel de Lobrigos. O autarca salienta a "importância desta comunidade para a dinamização da economia local" e para a substituição da mão-de-obra agrícola no Douro, que "escasseia e está cada vez mais envelhecida". "Se eles desaparecessem claro que nos iríamos ressentir. Mas acredito que agora os empregadores estão cada vez mais interessados em fazer contratos de trabalho e regularizar a sua situação, para que possam permanecer no nosso país", sublinhou. Segundo números provisórios do SEF referentes a Dezembro de 2007, estavam em Portugal 19.155 romenos, a maioria no distrito de Lisboa. No distrito de Vila Real estavam legalizados 93 cidadãos romenos.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 15:47:52 +0100</pubDate>
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      <title>Crise financeira</title>
      <description>Presidente está preocupado com impacto na economia real</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 15:35:55 +0100</pubDate>
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      <title>Pós-G7: Paulson considera importante encontrar soluções comuns</title>
      <description>Essencial restabelecer a saúde da economia mundial</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 12:28:00 +0100</pubDate>
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      <title>Pós-G7: Paulson considera importante encontrar soluções comuns</title>
      <description>Essencial restabelecer a saúde da economia mundial</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 12:28:00 +0100</pubDate>
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      <title>Colecção de jóias de Paulo do Vale</title>
      <description>O Centro Regional de Apoio ao Artesanato da Secretaria Regional da Economia promove, na Loja Açores, das Portas do Mar, em Ponta Delgada, uma exposição sobre a nova colecção de jóias de Paulo do Vale.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 12:00:00 +0100</pubDate>
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      <title>G-7 defende a importância de nacionalizações</title>
      <description>O grupo dos sete mais industrializados do mundo reuniu em Washington para decidir o que fazer de forma a controlar o caos em que se transformou a economia mundial. Os líderes do G-7 desenharam um conjunto de princípios de ataque à crise que esta semana ficou marcada por quedas generalizadas das principais bolsas do mundo. Um "plano agressivo", garantiu Henry Paulson, o qual inclui a nacionalização, mesmo que temporária e parcial, de instituições financeiras com problemas.</description>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2008 11:00:03 +0100</pubDate>
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