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    <title>Destakes - (Vila+Real)</title>
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      <title>Acidente em Vila Real</title>
      <description>Choque em cadeia no IP4 provocou dois feridos</description>
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      <pubDate>Sat, 06 Sep 2008 10:19:16 +0100</pubDate>
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      <title>Choque em cadeia no IP4 faz um ferido grave, via está cortada</title>
      <description>Um choque em cadeia envolvendo entre sete a oito carros no IP4, em Vila Real, sexta-feira à noite provocou pelo menos um ferido grave e o corte da via, disse hoje à Lusa fonte da Brigada de Trânsito;</description>
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      <pubDate>Sat, 06 Sep 2008 09:26:44 +0100</pubDate>
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      <title>Ténis de Mesa // Vila Real bem representado</title>
      <description>Torneio juntou mais de trinta países . A modalidade conhecida como ping-pong parece estar a ganhar relevo em Portugal. A ajudar nesta evolução tem estado o Centro Cultural e Recreativo de Arrabães (CCRA), que tem conseguido colocar os seus atletas entre os melhores nas competições nacionais. Prova disso foi a incursão de Sara Rocha na comitiva nacional do Europeu de Minis, que decorreu entre 29 e 31 de Agosto em França.
O torneio juntou mais de trinta países a disputar quatro provas na categoria de femininos e masculinos, de atletas nascidos entre 1996 e 1998. Em Schiltigheim e Estrasburgo, estiveram Diogo Chen do Sporting e Joana Mota do S. Cosme, competindo no escalão de nascidos em 1996, António Malheiro do Novelense e Sara Rocha do CCRA, na prova dos nascidos em 1997.
Mais nova um ano que as adversárias, a vila-realense mostrou valor para estar entre os melhores atletas a nível nacional, mas a falta de experiência pode ter pesado na definição do 25º lugar na prova. A atleta do CCRA foi batida pela Belga Céline Marneffe, por 3-2, e pela Azerbeijã Maryam Imanova, por 3-1, tendo sido impedida de ascender ao mapa principal.
Sem surpresa, a China foi a grande vencedora do Euro Minis. Das quatro provas em disputa venceu em masculinos e femininos de 1996 e em masculinos de 1997, tendo a França impedido apenas a vitória em femininos de 1997.
Notícia adicionada sob a secção: Desporto</description>
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2008 12:30:57 +0100</pubDate>
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      <title>Vila Real // As viagens da lançadeira</title>
      <description>Num compasso acertado, em movimentos laterais, unem-se as teias até que as afamadas peças surjam. Depois de todo um processo demorado e laborioso, da colheita ao tratamento da planta, um novo apelo à paciência, quando é chegada a hora de encher de li. Os caminhos serpenteados que levam à aldeia de Agarez, em pleno Parque Natural do Alvão, fazem lembrar as linhas que sustentam a tradição do seu linho: estreitas, sinuosas, exigentes, solicitando persistência e esforço. Desprendidas as dificuldades de chegar lá em cima, o encontro enriquecedor com a matéria-prima. 
São já poucas as mulheres que mantêm em funcionamento os seus teares, mas as que o fazem têm neste ofício um orgulho enternecedor. Tenho presunção nisto mais que em ouro, garante Olímpia Monteiro, enquanto mostra algumas das peças que guarda na caixa do bragal. Aos 74 anos, esta artesã conta que foi com tenra idade que começou a ajudar a mãe nestas lides. Tinha seis aninhos quando comecei a trabalhar. Já a minha mãe e avó trabalhavam os linhos. Depois continuei e sempre cultivei o linho. Esse envolvimento precoce explica a forma apaixonada como olha para as peças que lhe saem das mãos morenas. Fui criada nisto e este é o meu tesouro, diz.
Uma arte antiga, que tem passado de geração em geração, sobrevive graças à insistência de quem ainda hoje a preserva afincadamente. Olímpia Monteiro explica que o saber não se esgota nas horas em que se torna devota do tear. Antes de ter o linho pronto a ser confeccionado é necessário proceder à sua plantação. Uma boa sementeira, bem regada e um olhar atento ao crescimento da planta são procedimentos fundamentais se se pretende uma fibra de qualidade superior.
Olímpia não semeou linho este ano nem no anterior. O excesso que sobrou de colheitas anteriores garante a matéria-prima necessária para mais este ano de trabalho.
Os linhos são semeados ao vinte e tal de Abril e arrancam-se depois, quando for na maré do São Pedro. Durante este período, as sementes são lançadas à terra, bem adubada e privada de ervas nocivas que haja em seu redor. Cravejada de sementes, essa terra é depois alimentada e bem regada. Quando o linho atinge a maturação ideal é então colhido aos molhos. Depois de arrincada (arrinca ou arriga), a planta é ripada com uma espécie de escova de pregos, baptizada com o nome de ripo. O objectivo passa por retirar da linhaça as suas sementes, filtrando as chamadas corolinhas.
Posteriormente, os fios de linhaça conhecem as águas do poço onde vão perder a verdura. Mete-se o linho no poço e, ao fim dos 13 dias que lá tem que estar, estende-se na leira onde fica mais nove dias, em contacto com o orvalho, esclarece Olímpia.
A feitura diligente
Na casa onde se encontra o tear da artesã, bem no centro da aldeia transmontana, estão alguns fardos de linho, já tratados em anos anteriores, à espera de serem transformados. É na soleira da porta que Olímpia, munida de uma maça, começa todo o processo. Em batimentos ritmados vai prensando os fios de linhaça, até que estejam prontos a ser estrigados.
Seguidamente e com um ar aguerrido, Olímpia empunha a espadela, munição pacífica que a ajuda a tratar a linhaça, separando, a cada golpe, o linho da estopa.
Os fios dourados da linhaça passam a um branco celeste através de uma série de fases distintas e demoradas. Para o linho adquirir uma tonalidade esbranquiçada tem que ser colocado no sarilho, antes de ser fervido numa mistura de água, cinza e sabão. A gente colocava as meadas em cinza e, depois, cegava um mão cheia de erva e levava-se ao forno, recorda a artesã. 
Esta junção de elementos ficava um dia no forno, é uma cozedura quase como a da broa. Retiradas no dia seguinte, as meadas eram lavadas e estendidas a corar. Finda essa etapa, as meadas de linhaça são colocadas na dubadoira, de onde só saem feitas novelo. Nesta fase, os fios já perderam a cor dourada e alguma rudeza, apresentando uma tonalidade alva e um fio cada vez mais fino, que será colocado nas canelas para chegar ao tear. Isto tem muito que se lhe diga desde o princípio e todas as peças são precisas. Sem isto não se pode fazer o linho, sublinha Olímpia Monteiro.
Os utensílios com os quais trabalha foram construídos pelo avô, passaram para a mãe e fazem hoje parte do relicário que a acompanha diariamente. Ao lado do tear, onde Olímpia agora trabalha encontra-se um outro, visivelmente desgastado, testemunha viva do pedalar acelerado da artesã. Este tear tem mais de 200 anos, mas já não trabalho nele, diz nostálgica. 
É junto ao ripo que Olímpia explica o que distingue o linho da estopa. À medida que os fios de linhaça passam pelos agressivos pregos do ripo deixam para trás as sobras da planta. Este excedentário, que não vai a corar, será posteriormente utilizado para fazer as peças de estopa, naturalmente mais baratas em virtude do seu processo não ser tão moroso.
Depois de separados, os fios, que serão linho ou estopa, são colocados no tear pela artesã.
Num gesto exímio e seguro, Olímpia vai passando a lançadeira por debaixo dos fios. Nesse mesmo momento, os fios vão-se unindo aos que, já entrelaçados, deixam adivinhar o futuro pano.
É com alguma mágoa que Olímpia desabafa que as mais raparigas novas de Agarez não se interessam pela arte, em parte porque a dedicação a este ofício obriga a uma espécie de cativeiro consentido. Algumas raparigas já andaram a aprender no curso, mas não vão lá porque o tear é uma prisão. O tear não está no povo. Se estivesse no povo, elas teciam e davam à língua.
Apenas a roca permite interromper o trabalho solitário do tear. Cada uma sai com a sua roca e fia para si, assim podemo-nos juntar três ou quatro e conversar.

O ouro que se tece em branco

Todo o trabalho inerente à transformação de um emaranhado de fios em delicadas peças exige um valor pecuniário elevado. Isto demora muito tempo a fazer. Estando os linhos preparados demora-me quase uma semana a fazer estes panos de mesinha de cabeceira, refere Olímpia. 
Por isso, as pessoas procuram as peças mais acessíveis. Estes panos de estopa são os que vendo melhor. Na Feira de S. Pedro e agora na NERVIR, quando os vou lá vender, muitos me compram. Um conjunto de três panos em linho para mesa-de-cabeceira custa 60 euros, sendo de estopa 45.
Mas Olímpia assegura que o preço do linho não sofre aumentos desde há quatro ou cinco anos, as pessoas agora é que compram menos. Ainda assim há quem lhe encomende trabalhos. São pessoas de fora que vêm cá à Feira de S. Pedro, conhecem-me e depois telefonam a pedir mais peças.
Um pano para mesa de sala custa 75 euros e uma toalha de mesa pode chegar aos 275 euros. Mas, afinal, o preço acaba por se justificar pela qualidade do produto final. Eu ainda durmo nestes lençóis e regala-me dormir neste linho fresco, confidencia a artesã.

Um baú de horas gastas

Na residência de Olímpia resta ainda um baú envelhecido repleto de peças feitas em linho. Este relicário, a caixa do bragal, guarda muitas das horas de dedicação oferecidas à arte que desenvolve com tanto apreço. No cofre habitam várias dezenas de peças, entre panos, colchas e toalhas, que esperam ser transportadas para outros locais, onde certamente serão, da mesma forma, admirados.
Nesta teia de incertezas quanto à tradição dos linhos de Agarez, Olímpia Monteiro refere que as suas filhas sabem a arte, mas o que se passa é que estão todas empregadas e para isto é preciso tempo.
Fiam-se novas esperanças, pedala-se para cumprir a tradição e tece-se o orgulho de preservar uma arte, cuja resistência está por um fio.
Notícia adicionada sob a secção: O Olhar</description>
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2008 12:30:24 +0100</pubDate>
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      <title>Protecção Civil // CDOS e GNR colidem em teatro de operações</title>
      <description>Urge uma clarificação de competências das forças de combate a incêndios. O comandante dos bombeiros voluntários de Cerca foi identificado pelo Grupo de Intervenção Protecção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional Republicana (GNR) no decurso de um incêndio florestal, em Tinhela, concelho de Valpaços, no passado dia 23 de Agosto. A medida decorreu depois do comandante Jorge Campos mostrar intenção de utilizar uma manobra de contra-fogo.
No terreno estavam duas corporações dos bombeiros. Os voluntários de Cerva e Valpaços, comandados por Jorge Campos e Jorge Sampaio, respectivamente. Num Teatro de Operações (TO), designação do local onde os meios de combate estão a actuar, o responsável máximo é o Comandante de Operações de Socorro (COS). Neste caso, o bombeiro mais graduado presente no local era Jorge Campos, que assumia as funções de COS.
No incêndio de Tinhela, Jorge Campos terá decidido combater o incêndio com fogo táctico, segundo se pode ler no comunicado da Federação dos Bombeiros do Distrito de Vila Real. Os elementos do GIPS presentes contestaram a opção técnica ao ponto de ameaçarem o comandante com prisão.
A manobra acabou por ser executada e o responsável pelas operações identificado. De acordo com a agência LUSA, essa situação ter-se-á verificado porque o nome de Jorge Campos não consta numa lista da Direcção Geral de Recursos Florestais, na posse dos GIPS. Nesta consta o nome de 32 pessoas habilitadas para efectuar fogo de supressão, das quais 14 estão inscritas como tendo capacidade para uso de fogo de supressão e as restantes com capacidade só quando inseridos num Grupo de Análise e Uso de Fogo (GAUF).
A Directiva Nacional para incêndios florestais define o uso do fogo táctico e de supressão como uma ferramenta a ser utilizada através da análise e oportunidade efectuada pelo GAUF. Esta interpretação é dirigida para incêndios com grandes dimensões, várias frentes, com povoamentos contínuos e em situações limite, para as quais é fundamental a existência de especialistas que, analisadas todas as variáveis, propõem ao COS determinada estratégia para este validar ou não, afirmam os bombeiros no relato feito à comunicação social.
Ainda segundo a Federação, o abandono do teatro de operações do incêndio de Valpaços por parte do GIPS da GNR, sem autorização prévia por parte do COS, revela que é fundamental treinar as diversas organizações envolvidas em acções de Protecção Civil, no sentido da sua articulação ser mais perfeita.
Manobra aceite
Apesar de Carlos Silva, Comandante Operacional Distrital da Protecção Civil (CODIS), não querer prestar declarações sobre o sucedido, o Mensageiro teve acesso a um documento enviado aos comandantes dos bombeiros do distrito. O responsável concordou com a manobra que os comandantes no local queriam executar. No imediato em que me informaram do que se estava a passar, ordenei aos comandantes presentes que efectuassem a manobra, dado que era a opção táctica que melhor poderia solucionar aquele problema, e que, se não o fizessem, eu próprio me deslocaria ao terreno para a efectuar, pode ler-se no comunicado enviado pelo CODIS, o responsável máximo pelas acções de Protecção Civil no distrito.
Segundo a Federação de bombeiros é urgente uma clarificação de competências entre os intervenientes num TO. A ideia parece ser corroborada pelo comandante distrital. Nos contactos que fui mantendo com o Comandamento dos GIPS, confirmo existir uma clara divergência entre nós na interpretação do legislado e regulamentado sobre a manobra de contra-fogo.

Procedimento no imediato

Perante a falta de entendimento, o CDOS e o grupo da GNR solicitaram a imediata clarificação de procedimentos sobre esta matéria, através dos seus canais hierárquicos.
Ainda segundo o documento a que o Mensageiro teve acesso, face a esta falta de clarificação, e até ao seu cabal esclarecimento, acordámos que os GIPS da GNR não voltariam a interferir nas questões e decisões operacionais dos COS e que, sempre que hajam questões duvidosas, elas devem ser colocadas aos superiores hierárquicos, para esclarecimento e posterior aplicação.
Ainda como nota final é deixada a mensagem de que não é aceitável que, nos TOs, as eventuais divergências se manifestem, pondo em causa a normal cooperação entre os diferentes agentes de Protecção Civil.

Governador Civil pede união de esforços

Manuel Martinho iniciou, já depois desta polémica, uma visita às instituições instaladas no distrito que participam no combate aos incêndios florestais. O governante desvalorizou o caso e apelou à calma. É importante que tenhamos consciência de que somos todos agentes de Protecção Civil e é preciso continuar a desenvolver um trabalho em conjunto.
Manuel Martinho sublinhou ainda que o Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS), que é o conjunto de estruturas, normas e procedimentos que asseguram que todos os agentes de Protecção Civil actuam articuladamente, assenta no princípio da coordenação e comando único.
Contactada pelo Mensageiro, a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) refere que tudo foi esclarecido entre as instituições e que, em 8554 ocorrências até hoje (2 de Setembro) registadas, o referido incidente foi único. A ANPC sublinhou ainda o facto de a Directiva Operacional Nacional/2008- Defesa da Floresta Contra Incêndios ter sido subscrita e assumida por todas as entidades integrantes do dispositivo.
Tentámos ainda obter a opinião do responsável pelos GIPS do distrito, mas o mesmo não foi possível até ao fecho desta edição.
Notícia adicionada sob a secção: Actual</description>
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2008 12:30:06 +0100</pubDate>
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      <title>Feira de stocks volta ao centro de Vila Real Santo António</title>
      <description>O centro da cidade de Vila Real de Santo António vai ser invadido por uma feira de stocks, onde poderão comprar-se a preços convidativos artigos de vestuário e decoração, mas também viagens ou produtos imobiliários.</description>
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      <title>Nova USF acaba com a falta de médicos em Vila Real e Castro Marim</title>
      <description>Futura Unidade de Saúde Familiar aumenta capacidade de atendimento e traz novos médicos. Falta de espaço no centro de saúde de Vila Real de Santo António empurra unidade para edifício camarário, à entrada da cidade.</description>
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      <title> Taça de Portugal - Vila Real na 2.ª eliminatória</title>
      <description>O Vila Real, ao vencer em casa a U. Micaelense por 2-0, esta quinta-feira, garantiu um lugar na 2.ª eliminatória da Taça de Portugal, fase em que irá defrontar o Penafiel.</description>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 23:55:15 +0100</pubDate>
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      <title>Taça de Portugal: Vila Real passa à segunda eliminatória</title>
      <description>Vitória frente ao Micaelense em jogo em atraso</description>
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      <title>O Vila Real está na 2ª eliminatória</title>
      <description>Pelo caminho ficou a União Micaelense</description>
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      <title>Vila Real passa à segunda eliminatória</title>
      <description>O Vila Real (III Divisão) assegurou a passagem à segunda eliminatória da Taça de Portugal, depois de ter derrotado o Micaelense por 2-0.</description>
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      <title>Vila Real segue em frente na Taça de Portugal</title>
      <description>O Vila Real (III Divisão) assegurou esta tarde a passagem à segunda eliminatória da Taça de Portugal, depois de ter derrotado o Micaelense, por 2-0.</description>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 21:25:09 +0100</pubDate>
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      <title>VRSA acolhe feira de stocks</title>
      <description>Vila Real de Santo António vai acolher uma feira de stocks com 50 stands. Decorre de 18 a 21 de Setembro na Praça Marquês de Pombal, com organização a cargo da Associação de Desenvolvimento da Baixa de Vila Real de Santo António (ADB-VRSA).
A feira estará aberta entre as 10:00 e as 24:00 horas, tendo em permanente funcionamento dois parques insufláveis para crianças, outras diversões infantis e u</description>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 11:50:16 +0100</pubDate>
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      <title>Energias renováveis e mobilidade sustentável em destaque</title>
      <description>Monte Gordo é palco, de 18  a 22 de Setembro, da grande exposição de Setembro 2008 dedicada às energias renováveis e à mobilidade sustentável, a III Expo Energias Renováveis/Mobilidade Sustentável e do Algarve Green Vehicle Challenge 2008.
As iniciativas, uma organização conjunta da Associação Odiana, das Câmaras Municipais de Vila Real de Santo António, de Castro Marim e de Alcoutim, serão reali</description>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 11:30:35 +0100</pubDate>
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      <title>Filha de Pinto da Costa brilha em desfile de moda</title>
      <description>Joana Pinto da Costa está a levar a carreira de manequim cada vez mais a sério. A filha do presidente do Futebol Clube do Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, foi uma das estrelas de mais uma etapa do Modalfa Fashion Dream, em Vila Real.</description>
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      <title>Vila Real // Florestas com novo director</title>
      <description>Rogério Rodrigues assumiu o cargo esta semana. A Região Norte tem, desde a passada segunda-feira, um novo Director Regional de Florestas. A escolha do Governo recaiu sobre Rogério Rodrigues, responsável pelas áreas da caça e pesca da antiga Circunscrição Florestal. 
Rogério Rodrigues tem um mestrado em políticas cinegéticas e foi, ao longo dos anos, um dos quadros das estruturas de florestas mais interventivos em congressos e seminários. Com 42 anos de idade vai assumir as novas responsabilidade na estrutura da recém criada Autoridade Florestal Nacional. A sede a Direcção Regional será em Vila Real correspondendo à proposta de reorganização imposta pelo Programa de Reforma da Administração Pública.
O Primeiro-Ministro e o Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas, nomearam ainda como Presidente da nova Autoridade Florestal Nacional, António José Rego que exercia as funções de Director-Geral dos Recursos Florestais, tendo sido Presidente do Instituto da Vinha e do Vinho e Director Regional de Agricultura e Pescas de Lisboa e Vale do Tejo. 
Foram ainda nomeados como Vice-Presidente, Luis Duarte (actual Subdirector-geral dos Recursos Florestais), e como Directores Nacionais Paulo Mateus (actual Subdirector-Geral), António Gravato (actual Chefe da Circunscrição Florestal do Centro) e João Pinho (actual Director de Serviços de Defesa da Florestas contra Incêndios).
A Autoridade Florestal Nacional (AFN), que sucede à Direcção-Geral dos Recursos Florestais, tem por missão a valorização ambiental e económica da floresta portuguesa, um melhor acompanhamento dos investimentos e aplicação dos fundos públicos, para além da prestação de um vasto conjunto de serviços aos cidadãos.
A AFN terá uma estrutura assente nas áreas de negócios  Fileiras; Gestão; Defesa da Floresta e Produtos e Recursos da Floresta, e  compatibilizará as suas unidades orgânicas com as NUTs II, e faz ainda, uma mudança de paradigma ao nível do território com a criação de Unidades de Gestão que, tendencialmente, tratarão só do território florestal e se libertação do trabalho burocrático.
O objectivo é transformar a nova AFN numa estrutura presente, onde tem que estar  na floresta, na gestão florestal, na promoção do produto florestal.

Prioridade à floresta

O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, defende que a floresta nacional tem de ser vista numa perspectiva ampla, em que o Estado tem tanto que preservar a bio-diversidade e o património florestal, tal como tem de ter coragem de inovar, olhando para a valência económico - produtiva da floresta, onde as parcerias com os privados fazem todo o sentido.
Falando na posse dos novos dirigentes da Autoridade Florestal Nacional, Jaime Silva lembrou que as parcerias público-privado na gestão das matas públicas  uma ideia que já estava prevista na legislação de 1901  implicam que o Estado mantenha o controlo do que é a gestão produtiva da floresta, assegurando os objectivos do interesse público.
Jaime Silva assegurou também que as florestas nacionais, nunca serão alienadas, mantendo-se sempre no domínio público, dando como exemplo a Tapada de Mafra..
Os diferentes perímetros florestais e matas públicas deverão ter centros de custos com uma administração própria que claramente indique os respectivos resultados de gestão (custos/receitas) bem como a valorização quantitativa e qualitativa destes espaços florestais.
Jaime Silva garantiu ainda que, em Outubro, estarão disponíveis todas as portarias relativas aos apoios financeiros previstos para as florestas, sendo política do Ministério que sejam prestadas contas a todos os portugueses sobre como e onde são aplicadas as verbas, seguindo uma gestão de transparência.
Notícia adicionada sob a secção: Actual</description>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 10:43:53 +0100</pubDate>
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      <title>Mil euros por nascimento em Lamas de Ôlo</title>
      <description>Os bebés que nasçam na freguesia de Lamas de Ôlo, em Vila Real, vão ter direito a um apoio financeiro de 1000 euros e a uma mensalidade de 100 euros até que a criança complete 10 anos. Uma estratégia da junta de freguesia, para inverter o cenário que marca aquela localidade o envelhecimento da população.</description>
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      <pubDate>Wed, 03 Sep 2008 13:48:31 +0100</pubDate>
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      <title>Protecção Civil garante utilizar pontos de água referenciados</title>
      <description>Os pontos de água usados no combate a incêndios pelos meios aéreos, são pontos referenciados pela protecção civil e conhecidos pelos pilotos. É esta a resposta de Carlos Silva, responsável pelo Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Vila Real, aos protestos de alguns agricultores que tapam poços e tanques dificultando o acesso dos meios aéreos.</description>
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      <pubDate>Wed, 03 Sep 2008 13:40:43 +0100</pubDate>
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      <title>Emigrante trazia armas da Suíça para vender no mercado negro</title>
      <description>Um emigrante, de 49 anos, foi detido, no passado sábado, em Castro Daire, Viseu, pela Polícia Judiciária por posse ilícita de várias armas de fogo adquiridas no estrangeiro. O homem foi identificado e detido numa acção de investigação levada a cabo pela extenção de Vila Real da PJ do Porto.</description>
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      <pubDate>Tue, 02 Sep 2008 23:30:00 +0100</pubDate>
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